Minha Própria Poesia
Meu coração não se elevou
Meus olhos não se levantaram
A minha alma eu fiz calar
Eu pus meu coração pra em Ti ninar
Meu coração ainda queima
Como a criança que eu já fui
Mesmo que a minha alma tema
O Teu poder não diminui
Você que pastoreia a minha alma
Comanda este meu navio
A fé em Ti é como âncora
No mar deste mundo vil
Se eu olho fixo para os montes
Como se o socorro viesse de lá
Você me toca bem nos ombros
Me lembra de para Ti olhar
Pois a esperança desse mundo
De novo põe-se a falhar
Mas quando eu olho para Ti
A Tua luz me ilumina
Quando o passarinheiro tenta
Prender meus pés aqui na terra
Você me livra da armadilha
Me apruma as asas pra voar
Eu já fui moço agora velho sou
Eu nunca vi Você falhar
Se contra mim estoura a guerra
Você é o escudo a me guardar
Pra onde mais que eu iria?
Se só Você me faz voar
A quem mais me acorrentaria?
Se só Você me faz cantar
E que termine a poesia
Com ela o mundo a se acabar
O Teu amor nunca termina
A Tua Palavra nunca passará
Mi Propia Poesía
Mi corazón no se elevó
Mis ojos no se levantaron
A mi alma la hice callar
Puse mi corazón para que en Ti se meciera
Mi corazón aún arde
Como el niño que fui
Aunque mi alma tema
Tu poder no disminuye
Tú que pastoreas mi alma
Comandas este mi barco
La fe en Ti es como ancla
En el mar de este mundo vil
Si miro fijamente a los montes
Como si la ayuda viniera de allí
Tú me tocas en los hombros
Me recuerdas mirar hacia Ti
Pues la esperanza de este mundo
Otra vez empieza a fallar
Pero cuando miro hacia Ti
Tu luz me ilumina
Cuando el cazador de pájaros intenta
Atrapar mis pies aquí en la tierra
Tú me liberas de la trampa
Enderezas mis alas para volar
Ya fui joven, ahora soy viejo
Nunca te vi fallar
Si la guerra estalla contra mí
Tú eres el escudo que me protege
¿A dónde más iría?
Si solo Tú me haces volar
¿A quién más me encadenaría?
Si solo Tú me haces cantar
Y que termine la poesía
Con ella el mundo se acabe
Tu amor nunca termina
Tu Palabra nunca pasará
Escrita por: Thamires Garcia