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Prosa Con Nostalgia

Thamires Tannous

Prosa Com a Saudade

Aquela risada ingênua de uma criança
Que ainda ri pelos cantos sem ter porquê
Aquele jardim de beija-flores e histórias não volta atrás
Eu sigo trazendo em mim as marcas do tempo
Ai, saudade, eu me lembro

Aquela estrada de terra cheirando molhado
Aquele açude de barro atrás do pomar
Aquele perfume doce da dama da noite não se acabou
Eu sigo trazendo em mim as marcas do tempo
Ai, saudade, eu me lembro

E sigo cantando assim
O canto de uma aprendiz
Que vive a confabular sobre as incertezas

A vida é mesmo este ciclo
De finais e recomeços
Pra ser feliz é preciso abraçar o medo

Aquela vontade de ir pra nunca mais voltar
Aquela lágrima que vem sem pedir licença
Aquelas tardes de paz, das quais não me esqueço jamais
Eu sigo trazendo em mim as marcas do tempo
Ai, saudade, eu me lembro

Prosa Con Nostalgia

Esa risa ingenua de un niño
Que todavía se ríe en las esquinas sin una razón
Ese jardín de colibríes e historias no se remonta
Sigo trayéndome las marcas de tiempo
Oh, te echo de menos, lo recuerdo

Ese camino de tierra oliendo mojado
Ese vertedero de arcilla detrás del huerto
Ese dulce perfume de la dama de la noche no ha terminado
Sigo trayéndome las marcas de tiempo
Oh, te echo de menos, lo recuerdo

Y sigo cantando así
La canción de un aprendiz
¿Quién vive a confable acerca de las incertidumbres

La vida es realmente este ciclo
De finales y nuevos comienzos
Para ser feliz tienes que abrazar el miedo

Ese impulso de ir nunca para volver
Esa lágrima que viene sin pedir permiso
Esas tardes de paz, que nunca olvido
Sigo trayéndome las marcas de tiempo
Oh, te echo de menos, lo recuerdo

Escrita por: Thamires Tannous