Serenata ao Adeus
Parta sobre as estrelas desse lugar elísio
Sobre as menções do efêmero andarilho
Sobre as cartas que a cartomante leu
Sobre esse âmbar ao fascínio
E o desenho lírico
De um pobre sonho meu
Teus olhos causam epifania
Ânfora da minha antiga vida
Minha escultura de museu
Do meu visceral amor
Que banhou-me ainda vestido
Bem molhado, mas com sede
Da salgada água do corpo
Kay, não parta do onírico
Não deixe-me esquecido
Sem antes dizer adeus
Serenata al Adiós
Parte sobre las estrellas de este lugar divino
Sobre las menciones del efímero caminante
Sobre las cartas que la adivina leyó
Sobre este ámbar y su encanto
Y el dibujo lírico
De un pobre sueño mío
Tus ojos causan epifanía
Ánfora de mi vida pasada
Mi escultura de museo
De mi amor visceral
Que me bañó aún vestido
Bien empapado, pero con sed
Del agua salada de tu cuerpo
Kay, no te vayas del mundo de los sueños
No me dejes olvidado
Sin antes decir adiós
Escrita por: Thauan Darwin