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A Serrote Secreta

The Doses

A Serrote Secreta

Num dia de sol eu saí para passear
Mas o tempo fechou e eu tive que retornar
Porém só de raiva eu parei na mesa de um bar
Pedi uma cerveja, uma dose e um 'tira' pra me acalmar

Foi quando eu notei do lado de fora uma moça a me olhar
Seu olhar me dizia: eu quero beber, mas não posso pagar
Eu fiquei comovido com aquela situação
E numa caridade apontei o meu copo em sua direção

Afinal quem és tu que surgiste do nada, ou melhor, da calçada pra vim 'serrar' de mim?
Afinal quem és tu que sentaste à mesa, tomou minha cerveja e não quis mais sair?
Afinal quem és tu que surgiste do nada, ou melhor, da calçada pra vim 'serrar' de mim?
Afinal quem és tu que sentaste à mesa, tomou minha cerveja e não quis mais sair?

Ela veio correndo, sorrindo, seus olhos estavam a brilhar
Tentou me dar um beijo mas pelo seu bafo tive que negar
Em frações de segundos toda minha cerveja desapareceu
E já não sobrou nada de uma só golada que a safada deu
Eu fiquei muito puto, mas falei pra ela com educação
Sua 'fia' da peste cachaça pra tu eu não pago mais não (Vá 'serrar' lá do Cão)

Afinal quem és tu que surgiste do nada, ou melhor, da calçada pra vim serrar de mim?
Afinal quem és tu que sentaste à mesa, tomou minha cerveja e não quis mais sair?
Afinal quem és tu que surgiste do nada, ou melhor, da calçada pra vim serrar de mim?
Afinal quem és tu que sentaste à mesa, tomou minha cerveja e não quis mais sair?

A Serrote Secreta

En un día soleado salí a pasear
Pero el tiempo se cerró y tuve que regresar
Pero solo por rabia me detuve en la mesa de un bar
Pedí una cerveza, un trago y algo para calmarme

Fue entonces cuando noté a una chica afuera mirándome
Su mirada me decía: quiero beber, pero no puedo pagar
Me conmovió esa situación
Y en un acto de caridad señalé mi vaso hacia ella

Después de todo, ¿quién eres tú que apareciste de la nada, o mejor dicho, de la acera para 'serrarme'?
Después de todo, ¿quién eres tú que te sentaste en la mesa, tomaste mi cerveza y no quisiste irte?
Después de todo, ¿quién eres tú que apareciste de la nada, o mejor dicho, de la acera para 'serrarme'?
Después de todo, ¿quién eres tú que te sentaste en la mesa, tomaste mi cerveza y no quisiste irte?

Ella vino corriendo, sonriendo, con los ojos brillantes
Intentó besarme pero tuve que rechazarla por su aliento
En cuestión de segundos toda mi cerveza desapareció
Y no quedó nada de un solo trago que la desvergonzada se tomó
Me enojé mucho, pero le hablé con educación
¡Maldita sea, no te pago más la cachaça, niña! (¡Vete a 'serrar' al demonio!)

Después de todo, ¿quién eres tú que apareciste de la nada, o mejor dicho, de la acera para 'serrarme'?
Después de todo, ¿quién eres tú que te sentaste en la mesa, tomaste mi cerveza y no quisiste irte?
Después de todo, ¿quién eres tú que apareciste de la nada, o mejor dicho, de la acera para 'serrarme'?
Después de todo, ¿quién eres tú que te sentaste en la mesa, tomaste mi cerveza y no quisiste irte?

Escrita por: Alex Feijó