Águas Escuras (part. Sans) (Undertale)
Eu vi tudo mudando de lugar
O que estava lá já não mais está
Eu vi o sorriso cessar
A lágrima sacar
E o que um dia foi
Sinto que nunca mais será
O início do fim que enfim desiste de alcançar
Anomalia
Algo fora do lugar
Megalomania
O erro não nega a mania
Linhas cruzadas jogadas de lá para cá
Magalovania
E quando menos se espera
Tudo se acaba
Sem aviso prévio
Sem nenhuma palavra
O adeus é dito sem ter tido uma despedida
Não existe nada
O nada se iguala à uma vida
Lá fora mais um belo dia
Os pássaros cantando
E as flores do jardim em harmonia desabrochando
Só agora entendi
É algo subjetivo
Entre as chamas mais quentes que queimo um erro chamado: Amigo
E quando eu acordar
Será que vou voltar
E ver o que perdi?
E quando eu acordar
Será que vou chorar?
Será que vou sorrir?
Eu me cansei
Não adianta mais
Desisti há tempos de voltar atrás
Não mais almejo a sanidade
Imerso em águas escuras
Se nado em busca de ar
Me afogo nessa loucura
Sem futuro
Passado sem memórias
Só um presente embrulhado de forma errada
Num papel não tão atraente
Francamente isso me tira o gosto
Quanto mais escalo essa parede
Mais me afundo nesse pra'osso (poço)
Ou será que sou tentando me enganar um pouco?
Apenas mais uma desculpa?
Tenho culpa por ser preguiçoso?
Tanto faz
Mas vendo o que vem depois, não dá
Eu não posso mais não me importar
Vou ter que exportar
Não vou me comportar
E como uma porta
Tenho que me portar
Fechei e não vai passar
Você não entende, né?
Mas é assim que será
Enquanto insistir em ficar de pé
E quando eu acordar
Será que vou voltar
E ver o que perdi?
E quando eu acordar
Será que vou chorar?
Será que vou sorrir?
E quando eu acordar
Será que vou voltar
E ver o que perdi?
E quando eu acordar
Será que vou chorar?
Será que vou sorrir?
Aguas Oscuras (part. Sans) (Undertale)
Vi todo cambiar de lugar
Lo que estaba allí ya no está más
Vi la sonrisa cesar
La lágrima sacar
Y lo que alguna vez fue
Siento que nunca más será
El inicio del fin que finalmente desiste de alcanzar
Anomalía
Algo fuera de lugar
Megalomanía
El error no niega la manía
Líneas cruzadas arrojadas de acá para allá
Magalovania
Y cuando menos se espera
Todo se acaba
Sin aviso previo
Sin ninguna palabra
El adiós se dice sin haber tenido una despedida
No existe nada
El nada se iguala a una vida
Afueras otro hermoso día
Los pájaros cantando
Y las flores del jardín en armonía floreciendo
Solo ahora entendí
Es algo subjetivo
Entre las llamas más ardientes que quemo un error llamado: Amigo
Y cuando despierte
¿Volveré?
¿Y veré lo que perdí?
Y cuando despierte
¿Lloraré?
¿Sonreiré?
Me cansé
No sirve de nada
Hace tiempo desistí de retroceder
Ya no anhelo la cordura
Inmerso en aguas oscuras
Si nado en busca de aire
Me ahogo en esta locura
Sin futuro
Pasado sin memorias
Solo un presente envuelto de forma incorrecta
En un papel no tan atractivo
Francamente esto me quita el gusto
Cuanto más escalo esta pared
Más me hundo en este pozo
¿O será que intento engañarme un poco?
¿Solo otra excusa más?
¿Tengo culpa por ser perezoso?
Da igual
Pero viendo lo que viene después, no puedo
Ya no puedo dejar de importarme
Tendré que exportar
No me comportaré
Y como una puerta
Tengo que portarme
Cerré y no pasará
Tú no entiendes, ¿verdad?
Pero así será
Mientras insista en mantenerme de pie
Y cuando despierte
¿Volveré?
¿Y veré lo que perdí?
Y cuando despierte
¿Lloraré?
¿Sonreiré?
Y cuando despierte
¿Volveré?
¿Y veré lo que perdí?
Y cuando despierte
¿Lloraré?
¿Sonreiré?