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M.P.B (Mujer Popular Brasileña)

Théo

M.P.B ( Mulher Popular Brasileira )

Foi deus quem te fez verdade ( foi!)
O mundo só te deu uma pitada de maldade
Misturou swing, amor e instinto
Coisa louca e uma boca que é o meu labirinto
Ela é rap, ela é rock, ela é reggae ela é pop
Mpb, ela não deia o samba morrer
Ela é sax, sanfona, viola e muito mais
E um sotaque, que soa como notas musicais
Da pele negra, perfume tentador
Satisfaz, quase me mata fazendo amor
Me esnoba, me xinga, menina brigona
Se arrepende, depois me liga, toda chorona
Me chama de canalha, pegador, me esculacha
Mas sabe que é com beijo dela que o meu encaixa
Então para de graça me abraça e não complica
Ô neguinha! assim nem froi explica

Mulher popular brasileira, ela é vida
Mulher popular brasileira, é minha diva
Mulher popular brasileira, me enlouqueceu
Mulher popular brasileira, ô meu deus!!!

Conversei com chico buarque de holanda
Max b.o e o nosso amor guria a quantas anda?
Mestre djvan, maestro apaixonado
Maria rita disse que eu já to perdoado
Sim! no radin um caetano é bem vindo
Rita ribeiro canta românticos são lindos
Jorge versilo, nova brasil meia noite e meia
Eu tive a grande ideia você na minha teia
Vem cá, sinto sua pele tiro a sua blusa
Na sintonia segue cássia eller, cazuza
Selvagem vanessa da mata é o que vem depois
Ôh neguinha ( desse jeito vão saber de nós dois)
Bota o seu jorge no play, bem pilaquinha
Pra ouvir o seu som, burguesinha, burguesinha
Foi ruiva, loira, morena e pretinha
E eu nem reclamo porque eu só chamo de neguinha

Mulher popular brasileira, ela é vida
Mulher popular brasileira, é minha diva
Mulher popular brasileira, me enlouqueceu
Mulher popular brasileira, ô meu deus!!!

M.P.B (Mujer Popular Brasileña)

Fue Dios quien te hizo verdad (¡fue!)
El mundo solo te dio una pizca de maldad
Mezcló swing, amor e instinto
Una locura y una boca que es mi laberinto
Ella es rap, ella es rock, ella es reggae, ella es pop
M.P.B, ella no deja que el samba muera
Ella es saxo, acordeón, viola y mucho más
Y un acento que suena como notas musicales
De piel negra, perfume tentador
Satisface, casi me mata haciendo el amor
Me ignora, me insulta, niña peleadora
Se arrepiente, luego me llama, toda llorona
Me llama canalla, mujeriego, me regaña
Pero sabe que es con su beso que encajo
Así que deja de bromear, abrázame y no compliques
¡Ay negrita! así ni Freud explica

Mujer popular brasileña, ella es vida
Mujer popular brasileña, es mi diva
Mujer popular brasileña, me volvió loco
Mujer popular brasileña, ¡oh Dios mío!

Hablé con Chico Buarque de Holanda
Max B.O y nuestro amor, ¿a cuánto anda, niña?
Maestro Djavan, maestro enamorado
María Rita dijo que ya estoy perdonado
¡Sí! en la radio un Caetano es bienvenido
Rita Ribeiro canta románticos que son lindos
Jorge Vercillo, Nova Brasil a medianoche
Tuve la gran idea de tenerte en mi red
Ven aquí, siento tu piel, quito tu blusa
En sintonía sigue Cássia Eller, Cazuza
Salvaje Vanessa da Mata es lo que viene después
¡Ay negrita (así van a saber de nosotros dos)!
Pon a Seu Jorge en el play, bien pilaquinha
Para escuchar tu sonido, burguesinha, burguesinha
Fue pelirroja, rubia, morena y negrita
Y ni siquiera me quejo porque solo te llamo negrita

Mujer popular brasileña, ella es vida
Mujer popular brasileña, es mi diva
Mujer popular brasileña, me volvió loco
Mujer popular brasileña, ¡oh Dios mío!

Escrita por: Telfer Alves