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La Última Pena

Thiagadeira

A Última Pena

Dos céus caindo
As neves descendo
Montanha cordilheira
Vestida de branco
E ali os apaixonados
Se abraçando numa
Noite de inverno

Nevava ao conhecer-mos
Você murmurou
Com um sorriso
Lindo
Minha face deitada no seu ombrinho
Na face da sua manga à sua sombra
Com o seu sopro de alegria

Cantei pelo chegar da primavera
Com o cantar dos pássaros
Sua voz é tão formosa
Com tão só essas palavras me fizeram xinde (shicute)
Ureshikute

Se um dia eu deixasse de ter essa formosa voz?
Nos amando vai seguindo com esse gosto de açúcar?
Por suposto me disseste: Torcendo-se
Tão só me acarícia suavemente na mexa

Saiu fora do ritmo quando eu ri
O amor é lindo se você entende
Você entende o que essa letra quer dizer
Vamos pra floresta! Voar nos
Corações rosas da japonesa voar!
Nos espaços brancos do espaço sideral

No outro dia caiu tu!
Como folha de verão
Como luz do enfermo
Eu vi tu deitar
Nossas vidas de casado então
Pobre coitados
Pra você, se curar! Medicina não se acha ai
Outro dia que seguiu
Outro dia que seguiu eun
Não fiz nada mais
Do que tecer artesenato
Não vou deixar
Nossas vidas nem se o mal me vier
Que caiu as folhas do inverno do
Outono quer dizer?
As estações que fluem
As cigarras marcavam
O final do verão com
O seu próprio choro
Os teus dedos são lindos
Me disse: Você é bonito!
Estavam frios mais do que
Os meus e pegava nas minhas
Feridas teus dedos
Se um dia eu deixasse de ter
Esses formosos dedos?
Me amando vai seguindo
Doce amor como açúcar
Vai seguir?
Por suposto me disseste
Torcendo-se tão só
Me acarícia meus dedos
Cobertos de feridas

Dia e noite noite dia
Eu não paro de tecer
Bem rápido bem rápido eu tenho que comprar o seu remédio
Só um pouco mais
Só um pouco mais para buscar o seu remédio
Até que os dedos até que as penas
Queimem!

E só que eu deixara de ser humano já?
Te digo amo a você você seguir me amando já?
A verdade que não contada não podia querer
Te dizer suavemente arrancou (a última pena)
A pena que ficava
Por suposto me disseste ao sorrir
Prometi te abraçar quando
Tu perdeu tuas asas e essas grullas
Que era tão belas que se deu nesse dia
Nunca o esqueci sigo
Lembrando agora justo que continuo o mesmo
Aishteru! Eu te amo em japonês

La Última Pena

Dos cielos cayendo
Las nieves descendiendo
Montaña cordillera
Vestida de blanco
Y allí los enamorados
Abrazándose en una
Noche de invierno

Nevaba al conocernos
Tú murmuraste
Con una sonrisa
Hermosa
Mi rostro recostado en tu hombrito
En la cara de tu manga a tu sombra
Con tu aliento de alegría

Canté al llegar la primavera
Con el cantar de los pájaros
Tu voz es tan hermosa
Con solo esas palabras me hiciste feliz
Feliz

¿Qué pasaría si un día perdiera esta hermosa voz?
¿Nos amaremos siguiendo con este sabor a azúcar?
Por supuesto me dijiste: Retorciéndote
Solo acaríciame suavemente en el mechón

Salí del ritmo cuando reí
El amor es hermoso si entiendes
Entiendes lo que esta letra quiere decir
¡Vamos al bosque! ¡Volar en los
Corazones rosados de la japonesa volar!
En los espacios blancos del espacio sideral

¡Al día siguiente caíste tú!
Como hoja de verano
Como luz del enfermo
Te vi acostarte
Nuestras vidas de casados entonces
Pobres desdichados
¡Para que te cures! La medicina no se encuentra ahí
Otro día que siguió
Otro día que siguió y yo
No hice nada más
Que tejer artesanía
No dejaré
Nuestras vidas ni aunque el mal me llegue
¿Qué significa que caigan las hojas del invierno del
Otoño?
Las estaciones que fluyen
Las cigarras marcaban
El final del verano con
Su propio llanto
Tus dedos son hermosos
Me dijiste: ¡Eres bonito!
Estaban más fríos que
Los míos y tomaban mis
Heridas tus dedos
¿Qué pasaría si un día perdiera
Estos hermosos dedos?
¿Me amarás siguiendo
Dulce amor como azúcar?
¿Seguirás?
Por supuesto me dijiste
Retorciéndote solo
Acaríciame mis dedos
Cubiertos de heridas

Día y noche noche y día
No paro de tejer
Muy rápido muy rápido tengo que comprar tu medicina
Solo un poco más
Solo un poco más para buscar tu medicina
Hasta que los dedos hasta que las plumas
¡Quemen!

¿Y si dejara de ser humano ya?
Te digo te amo a ti seguirás amándome ya?
La verdad que no contada no podía querer
Decirte suavemente arrancó (la última pluma)
La pluma que quedaba
Por supuesto me dijiste al sonreír
Prometí abrazarte cuando
Perdiste tus alas y esas grullas
Que eran tan bellas que se dieron ese día
Nunca lo olvidé sigo
Recordando ahora justo que sigo igual
¡Te amo! Yo te amo en japonés

Escrita por: Thiago Pires