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Zé Lourenço - del Caldero de la fe, a la Siembra de la Vida!

Thiago Brito

Zé Lourenço - do Caldeirão da fé, à Semeadura da Vida!

Vestido e armado, preparado pra lutar
Eu sou a força: Alegria do Vilar
Alma de vencedor, o Nordeste é meu país
Viva a liberdade, salve os brasis

Se avexe não! Uma história vou contá
Nordestino aperreado, sertanejo a lutar
Vem Zé Lourenço bem no meio do penúrias
Amansando toda fúria pra seguir sua missão
Plantar fartura pra colher dignidade
Cariri de igualdade, da candura e amor
Mas o diacho feito praga e o fel da morte
E o beato forte com bravura resistiu
Virou milagreiro o presente ao padim
O danado de um boi
Danado boi mansin

Mandigueiro, ê
Sua gente é fiel
Mandigueiro ê
O terror do coronel
Perseguido e aprisionado por quem diz que tem respeito
O semblante derrotado frente ao povo, o despeito

E nosso povo segue a estrada, Araripe
Foi Ciço quem me disse
De um oásis no sertão
Tanta batalha pra gerar educação
Pra fazer um mutirão e livrar toda miséria
Quimera a reforma tão sonhada
Quisera nossa gente enganada
A força do canhão que foi hostil
Não calou nosso Brasil!
Dizimou o pau de arara

Zé Lourenço - del Caldero de la fe, a la Siembra de la Vida!

Vestido y armado, listo para luchar
Soy la fuerza: Alegría del Vilar
Alma de vencedor, el Nordeste es mi país
Viva la libertad, ¡salve los brasis!

¡No te apures! Una historia voy a contar
Nordestino apurado, campesino a luchar
Viene Zé Lourenço en medio de las penurias
Calmando toda furia para seguir su misión
Plantar abundancia para cosechar dignidad
Cariri de igualdad, de ternura y amor
Pero el diablo hecho plaga y el veneno de la muerte
Y el beato fuerte con valentía resistió
Se volvió milagroso el presente al padim
El maldito de un buey
Maldito buey mansito

Mandinguero, ¡eh!
Su gente es fiel
Mandinguero, ¡eh!
El terror del coronel
Perseguido y aprisionado por quien dice que tiene respeto
El semblante derrotado frente al pueblo, el desprecio

Y nuestro pueblo sigue el camino, Araripe
Fue Ciço quien me dijo
De un oasis en el sertón
Tanta batalla para generar educación
Para hacer un esfuerzo y liberar toda miseria
Quimera la reforma tan soñada
Quisiera nuestra gente engañada
La fuerza del cañón que fue hostil
¡No calló nuestro Brasil!
Destruyó el palo de arara

Escrita por: Thiago Brito / Reginaldo Soares / Rodrigo Cruz / Téo Dimeriti / João Vidal / Marco Calixto / Naldo da Portela / Alexandre César / Marcos Pinguim