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Ocidente Azul

Thiago Burbela

Ocidente Azul

Descanso enquanto ouço o meu passado
E calo enquanto a chuva cai errada
E os relampagos se apagam
E o céu clareia a meia-noite...

Tudo errado tem seu preço
Tudo certo tem a sua sorte
E eu quero dormir..., acordar..., com outros olhos!

Por que todos são assim?
Até as lágrimas são secas!
E adianta fugir? E adianta fugir?

Não quero mais ficar assim
E chove tanto lá fora
Bem cedo a tempestade me retém
Aprendo a ser quem eu não posso ter...

E eu fico aqui
E o frio em mim
Desmancha na solidão
E a fome me distrai em simples regras
E a nuvem me carrega e descarrego em vocês!

E é tão triste..., e é tão certo!
Não me incomoda se me deixa em paz!!

Ocidente Azul

Descanso mientras escucho mi pasado
Y guardo silencio mientras la lluvia cae equivocada
Y los relámpagos se apagan
Y el cielo se aclara a medianoche...

Todo lo equivocado tiene su precio
Todo lo correcto tiene su suerte
Y quiero dormir..., despertar..., con otros ojos!

¿Por qué todos son así?
¡Hasta las lágrimas están secas!
¿De qué sirve huir? ¿De qué sirve huir?

Ya no quiero seguir así
Y afuera llueve tanto
Muy temprano la tormenta me retiene
Aprendo a ser quien no puedo tener...

Y aquí me quedo
Y el frío en mí
Se desvanece en la soledad
Y el hambre me distrae con simples reglas
Y la nube me lleva y descargo en ustedes!

Y es tan triste..., y es tan cierto!
¡No me molesta si me dejas en paz!

Escrita por: Thiago Burbela