Povos e Corrupções
Vários gritos ecoam em vão
Tantos andam sobre o mesmo chão
Vão em frente ainda sem despertar nem olhar para trás
Pois não voltam jamais
Esquecem do peso que o tempo lhes trás
Só lembram do medo do escuro, ou do muro seu nome pichado,
Sua foto em jornais que amanhã ninguém lembrará mais,
Amanhã outras fotos contextos iguais
Quando não dá pra esconder
Ainda se insiste em cegar
Fechar os olhos pra não ver
Que estão todos indo pra onde ninguém queria chegar
De longe é mais fácil perceber
Que estão todos indo pra onde ninguém queria chegar
Pueblos y Corrupciones
Varios gritos resuenan en vano
Muchos caminan sobre el mismo suelo
Siguen adelante sin despertar ni mirar atrás
Porque nunca regresan
Olvidan la carga que el tiempo les trae
Solo recuerdan el miedo a la oscuridad, o a su nombre pintado en el muro
Su foto en periódicos que mañana nadie recordará más
Mañana otras fotos, mismos contextos
Cuando no se puede ocultar
Aún se insiste en cegar
Cerrar los ojos para no ver
Que todos están yendo a donde nadie quería llegar
Desde lejos es más fácil darse cuenta
Que todos están yendo a donde nadie quería llegar
Escrita por: Thiago Cavalcante