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No Ducor Duco

Thobias da Vai-Vai

Non Ducor Duco

Bom é recordar, bom demais
Velhos lampiões de gás
Candelabros, garoa, galos nos quintais
O tempo passou perdido nos antigos carrilhões
Quando o gigante explodiu
Uma selva de pedra surgiu

O ar, cadê meu ar?
No Ibirapuera vou deitar e rolar
Paulista dos barões do café
Catedral, Marco Zero, salve a praça da fé!

Lugar de bamba, fala São João, fala Ipiranga
Rosas baianas faz no largo do Arouche
Toda a cidade girar
É gol, treme terra lá na geral
São milhões de divinos violinos lá no Municipal

Tietê, quero um dia beber você
As crianças virão saciar a sede na conchinha da mão
A estrela sampa brilhou iluminando os pioneiros
Jesuítas vindos da Serra do Mar

Azul e rosa a passar
Azul e rosa é roseira
Roseira onde canta o sabiá

Meu sabiá
Soltou o trinar, cantou, cantou
Deu um show na passarela
Levantou a galera
Bateu asas e voou

No Ducor Duco

Bueno es recordar, demasiado bueno
Lámparas de gas antiguas
Candelabros, llovizna, gallos en los patios traseros
Tiempo perdido en las campanas antiguas
Cuando el gigante explotó
Ha surgido una jungla de piedra

El aire, ¿dónde está mi aire?
En Ibirapuera me tumbaré y me tiraré
Paulista de los barones del café
Catedral, Zona Cero, salva la plaza de la fe!

Lugar de bamba, habla São João, habla Ipiranga
Rosas Bahias hacen en el Largo do Arouche
Todo el pueblo girando
Es la meta, tiembla la tierra allí en general
Hay millones de violines divinos en el Municipio

Tietê, quiero beberte algún día
Los niños vendrán a saciar su sed en la cucharada de su mano
La estrella sampa brilló iluminando a los pioneros
Jesuitas procedentes de la Serra do Mar

Planchado azul y rosa
Azul y rosa es rosal
Rosebush donde canta el sabiah

Mi sabiah
Afloja el trino, cantó, cantó
Te pones en un espectáculo en la pista de aterrizaje
Levantó a la multitud
Alas aletadas y voló

Escrita por: João do Violão / Miltinho