Irrelevante
Eu lembrei agora daquela vez
Que eu decidi algo novo tentar
Mesmo que isso fosse um grande talvez
Eu não poderia deixar isso pra lá
Quando eu lancei meu primeiro Single
Eu não sabia o que daquilo esperar
Mas sabia que com as minhas letras
Eu teria a chance de me libertar
De tudo aquilo que me prendia
Daquele passado que não vai mudar
Olhar pro futuro que pretendia
Lutar para um dia poder alcançar
Deixar de lado todas as neuroses
Que sempre me fizeram duvidar
Parar de ouvir todas as vozes
Que falavam sempre para me frustrar
Dizendo que sou irrelevante
Que o meu som nunca que vai vingar
Dizendo que não é o bastante
E não importa o que eu faça nada vai mudar
Quando era moleque eu tinha medo
De como estava se formando o enredo
Sem acreditar o que pra mim
Num futuro próximo estava pôr vim
De toda aquela trajetória
Que era pouco até contraditória
De um cara que nem quer falar
Mas tem muita ideia pra passar
Sobre coisas que já aprendeu
Mesmo sem viver o seu apogeu
E nas vezes que se enfraqueceu
Dobrou os joelhos e agradeceu
Enquanto que me acham irrelevante
Que o meu som nunca que vai vingar
Dizendo que não é o bastante
E não importa o que eu faça nada vai mudar
Enquanto que me acham irrelevante
Que o meu som nunca que vai vingar
Dizendo que não é o bastante
E não importa o que eu faça nada vai mudar
Com as mãos tremendo pra escrever
Ouvindo coisas que faz me entristecer
Por imaginar que eu vou falhar
Que a minha meta não vou alcançar
Com o inimigo atrás de mim
Nas sombras arquitetando até meu fim
Sorrindo com a notícia da derrota
Nas ruas dizendo que não tem mais volta
Mas se quer saber? Não vou parar
Agora, você vai ter que me aturar
Mesmo que eu tropece e pro chão vá
Mais cedo ou mais tarde vou me levantar
Eu não vou parar de respirar
Nem muito menos eu vou recuar
Porque não importa se eu cair
A minha promessa eu irei cumprir
Enquanto que me acham irrelevante
Que o meu som nunca que vai vingar
Dizendo que não é o bastante
E não importa o que eu faça nada vai mudar
Enquanto que me acham irrelevante
Que o meu som nunca que vai vingar
Dizendo que não é o bastante
E não importa o que eu faça nada vai mudar
Por todas as batalhas conquistadas
Mesmo aquelas mais desacreditadas
Por todos os fracassos no caminho
Sabendo que nunca estive sozinho
E tudo que ainda eu não entendo
Nessa vida tenho tanto há aprender
E sei que às vezes eu não compreendo
O real valor de cada amanhecer
Eu nunca imaginei em escrever
Nem muito menos que ia cantar
Só que não existe o momento certo
Pra nenhum de nós poder nos expressar
Enquanto que me acham irrelevante
Que o meu som nunca que vai vingar
Dizendo que não é o bastante
E não importa o que eu faça nada vai mudar
Irrelevante
Yo recordé ahora aquella vez
Que decidí intentar algo nuevo
Aunque eso fuera un gran tal vez
No podía dejarlo pasar
Cuando lancé mi primer sencillo
No sabía qué esperar de eso
Pero sabía que con mis letras
Tendría la oportunidad de liberarme
De todo aquello que me ataba
De ese pasado que no va a cambiar
Mirar hacia el futuro que quería
Luchar para un día poder alcanzar
Dejar de lado todas las neurosis
Que siempre me hicieron dudar
Dejar de escuchar todas las voces
Que siempre hablaban para frustrar
Diciendo que soy irrelevante
Que mi sonido nunca va a triunfar
Diciendo que no es suficiente
Y no importa lo que haga, nada va a cambiar
Cuando era niño tenía miedo
De cómo se estaba formando la historia
Sin creer lo que para mí
En un futuro cercano iba a venir
De toda esa trayectoria
Que era poco hasta contradictoria
De un tipo que ni quiere hablar
Pero tiene muchas ideas para contar
Sobre cosas que ya aprendió
Aunque no haya vivido su apogeo
Y en las veces que se debilitó
Se arrodilló y agradeció
Mientras me consideran irrelevante
Que mi sonido nunca va a triunfar
Diciendo que no es suficiente
Y no importa lo que haga, nada va a cambiar
Mientras me consideran irrelevante
Que mi sonido nunca va a triunfar
Diciendo que no es suficiente
Y no importa lo que haga, nada va a cambiar
Con las manos temblando para escribir
Escuchando cosas que me hacen entristecer
Por imaginar que voy a fallar
Que mi meta no voy a alcanzar
Con el enemigo detrás de mí
En las sombras tramando mi final
Sonriendo con la noticia de la derrota
En las calles diciendo que no hay vuelta atrás
Pero si quieres saber, no voy a parar
Ahora, tendrás que aguantarme
Aunque tropiece y caiga al suelo
Más temprano que tarde me voy a levantar
No voy a dejar de respirar
Ni mucho menos voy a retroceder
Porque no importa si caigo
Mi promesa la voy a cumplir
Mientras me consideran irrelevante
Que mi sonido nunca va a triunfar
Diciendo que no es suficiente
Y no importa lo que haga, nada va a cambiar
Mientras me consideran irrelevante
Que mi sonido nunca va a triunfar
Diciendo que no es suficiente
Y no importa lo que haga, nada va a cambiar
Por todas las batallas ganadas
Incluso aquellas más desacreditadas
Por todos los fracasos en el camino
Sabiendo que nunca estuve solo
Y todo lo que aún no entiendo
En esta vida tengo tanto por aprender
Y sé que a veces no comprendo
El verdadero valor de cada amanecer
Nunca imaginé que escribiría
Ni mucho menos que iba a cantar
Solo que no existe el momento perfecto
Para que ninguno de nosotros pueda expresarse
Mientras me consideran irrelevante
Que mi sonido nunca va a triunfar
Diciendo que no es suficiente
Y no importa lo que haga, nada va a cambiar
Escrita por: Thomas Anderson Alves Da Silva