Setembro
(Enquanto você me queimar)
Tudo que jurei amar gritando aos quatro ventos
Se desfez no fundo do coração
Largado por deixar me autoisolar
Sem poder explicar porque tomei tal decisão
A paz e a calmaria, antes poesia
Agora um silêncio forte que chega a gritar
Mas quando a brisa soprar, eu vou me lembrar
Que o que você me traz, estrago na minha vida faz
Nesse solo jaz minha tristeza, minhas fraquezas
A solidão corrompe o íntimo do homem
À beira-mar afogo toda incerteza
Enquanto o meu lar incendeia
Diga que você não pode mais ficar
Porque nosso jeito nos queima
(Enquanto você me queimar)
Andamos sem compasso, somos ambos fracos
Maculados pela má comunicação
Pureza oxidada, crises instauradas
Fim invevitável do que foi inspiração
Você jurou ficar até depois do Sol raiar
Mas foi embora antes que a aurora pudesse chegar
E meu peito ainda chora com o grito que aflora
E o que você me traz, estrago na minha vida faz
Nesse solo jaz minha tristeza, minhas fraquezas
A solidão corrompe o íntimo do homem
À beira-mar afogo toda incerteza
Enquanto o meu lar incendeia
Diga que você não quis me machucar
Mas que não dá mais pra evitar
Que as diferenças lhe fizeram mais mal do que bem
Que você nunca quis se entregar de corpo e alma
Que foi sincero em tudo o que disse e fez
Companheiro de todas as horas
Que soltou a mão na primeira oportunidade
Porque falar era demais pra maturidade
Nesse solo jaz meus poemas, sua beleza
E quando a fumaça abaixar
As ondas do mar vão lavar
E pra longe levar
A perda em dor bem embebida, mas que é precisa pra melhorar
Agora sem mais labaredas
Digo que você aqui não terá mais lugar
Nem combustível para me queimar
(Você não vai mais me queimar)
Septiembre
(Mientras me quemas)
Todo lo que juré amar gritando a los cuatro vientos
Se deshizo en el fondo del corazón
Abandonado por dejarme autoaislar
Sin poder explicar por qué tomé tal decisión
La paz y la calma, antes poesía
Ahora un silencio fuerte que llega a gritar
Pero cuando sople la brisa, me acordaré
Que lo que traes a mi vida, estragos hace
En este suelo yace mi tristeza, mis debilidades
La soledad corrompe lo íntimo del hombre
A la orilla del mar ahogo toda incertidumbre
Mientras mi hogar se incendia
Dime que ya no puedes quedarte
Porque nuestra forma de ser nos quema
(Mientras me quemas)
Caminamos sin compás, somos ambos débiles
Marcados por la mala comunicación
Pureza oxidada, crisis instauradas
Fin inevitable de lo que fue inspiración
Juraste quedarte hasta que el sol saliera
Pero te fuiste antes de que la aurora pudiera llegar
Y mi pecho aún llora con el grito que aflora
Y lo que traes a mi vida, estragos hace
En este suelo yace mi tristeza, mis debilidades
La soledad corrompe lo íntimo del hombre
A la orilla del mar ahogo toda incertidumbre
Mientras mi hogar se incendia
Dime que no quisiste lastimarme
Pero que ya no se puede evitar
Que las diferencias te hicieron más daño que bien
Que nunca quisiste entregarte de cuerpo y alma
Que fuiste sincero en todo lo que dijiste y hiciste
Compañero de todas las horas
Que soltó la mano en la primera oportunidad
Porque hablar era demasiado para la madurez
En este suelo yace mis poemas, tu belleza
Y cuando baje el humo
Las olas del mar van a lavar
Y a llevarse lejos
La pérdida en dolor bien empapada, pero que es necesaria para mejorar
Ahora sin más llamas
Digo que aquí ya no tendrás más lugar
Ni combustible para quemarme
(No me vas a quemar más)