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Cosa Vieja Polvorienta

Tiago Gasta

Coisa Velha Empoeirada

Coisa velha empoeirada

Aquilo que parece
Não servir pra nada
O que nunca se encontra
E fica amontoado
Aquilo que se esquece
Numa pilha encostada
Caco, pedaço e rascunho
Coisa velha empoeirada

Migalhas na estrada
De volta pra casa
O que se perde ou vai além
Uma lembrança imaginada
Quem sabe eu seja uma também

Aquilo que não presta
Para mais ninguém
Inutilezas que não se vive sem
E se acumula pelos cantos
Se acomoda pelos anos
Só você sabe que tem
Se você faz mal ou se faz bem
Ah meu bem.

Cosa Vieja Polvorienta

Cosa vieja polvorienta

Lo que parece
No servir para nada
Lo que nunca se encuentra
Y queda amontonado
Lo que se olvida
En una pila apoyada
Fragmento, pedazo y borrador
Cosa vieja polvorienta

Migajas en el camino
De regreso a casa
Lo que se pierde o va más allá
Un recuerdo imaginado
Quién sabe, yo también pueda ser uno

Lo que no sirve
Para nadie más
Inutilidades de las que no se puede vivir sin
Y se acumulan por los rincones
Se acomodan a lo largo de los años
Solo tú sabes que tienes
Si te hace daño o te hace bien
Ah mi bien.

Escrita por: Alessandro Lustosa / Tiago Gasta