Perigosamente
Perigosamente estou seguro
Mas eu não quero ser um sem censura
As vezes eu não sei por que
De onde vem, pra onde vai e não se vê
As novas artes do amor
me fez pensar mais em amor
E eu não quero me esconder
Espero um não sei o que
As vezes um amor tão mal,
As vezes um amor normal
Que mata a minha espera,
Espera o que não era e se esconde no final
Olhai meu vasto amor
há dias que não sei quem sou
Matuto o meu engenho
E não tenho medo de mudar.
Eu me mantenho afinal
não se perde o que não tem
E não me ponho ao seu dispor
Então me esquivo do amor
E continuo andando pra evitar
Que eu possa me jogar em alto mar
Mas não me queira mal minha alma é imortal
Desgosto o que não gosto,
Contrasto o que eu não trago
E não tenho nada mais.
*INSPIRADA NO SONETO:
"Busque Amor, Novas Artes, Novo Engenho" da Lírica de CAMÕES.
Peligrosamente
Peligrosamente estoy seguro
Pero no quiero ser un sin censura
A veces no sé por qué
De dónde viene, a dónde va y no se ve
Las nuevas artes del amor
me hicieron pensar más en amor
Y no quiero esconderme
Espero algo que no sé qué es
A veces un amor tan malo,
A veces un amor normal
Que mata mi espera,
espera lo que no era y se esconde al final
Mira mi vasto amor
hay días que no sé quién soy
Reflexiono sobre mi ingenio
Y no tengo miedo de cambiar.
Me mantengo al final
no se pierde lo que no se tiene
Y no me pongo a tu disposición
Así que evito el amor
Y sigo caminando para evitar
Que pueda lanzarme al mar
Pero no me desees mal, mi alma es inmortal
Rechazo lo que no me gusta,
Contrasto lo que no traigo
Y no tengo nada más.
*INSPIRADA EN EL SONETO:
"Busca Amor, Nuevas Artes, Nuevo Ingenio" de la Lírica de CAMÕES.
Escrita por: Tiago Henrique