Poesia de Abertura Dos Dias Amargos
Qual o demônio que habita seus olhos?
Qual a besta que te corrói por dentro?
Começou a semana mais longa da terra
Em meados dela já começou a perder a fé nas pessoas
E comecei a desacreditar na boa forma.
Ter de ficar de fora, sem o tempo
Queria parar...
A carne é transparente
Mas é fácil perceber o que nela habita
O mau não é você
E nem ao menos te pertence
O mau tenta apenas acompanhar o meio.
Dormindo não sinto nada mais
É a mesma coisa que morrer
(blasfêmia)
Eu não sei o que é morrer
Só sei que escurece tudo
Desejo apenas que as horas passem
Para que eu possa sair dessa semana
Deixando pra traz o inferno astral
E sem receio ou anseio só quero que isso acabe.
Poema de Apertura de Dos Días Amargos
¿Qué demonio habita en tus ojos?
¿Qué bestia te corroe por dentro?
Comenzó la semana más larga de la tierra
A mitad de ella ya empecé a perder la fe en la gente
Y comencé a desconfiar de la buena forma.
Tener que quedarme afuera, sin tiempo
Quería parar...
La carne es transparente
Pero es fácil ver lo que habita en ella
El mal no eres tú
Y ni siquiera te pertenece
El mal solo intenta seguir el camino.
Durmiendo no siento nada más
Es lo mismo que morir
(blasfemia)
No sé qué es morir
Solo sé que todo se oscurece
Deseo que las horas pasen
Para poder salir de esta semana
Dejando atrás el infierno astral
Y sin miedo ni anhelo solo quiero que esto termine.