Fluência, Manifesto Poético Pró Malkaviano
Se me chamares na minha casa
Para contar novas notícias
Do pasquim da depressão
Eu baterei a porta na sua cara
Minha biga esta cansada dos velhos shires
Preciso de cavalos árabes
Para atravessar essa seca
E chegar em pasárgada.
É engraçado o medo que uns têm
De pular o muro e continuar a jornada
Calmaria?!?!?!
Foda-se a calmaria!!!
Prefiro o caos amigo que há de salvar meus versos.
Prefiro que meus olhos revirem
Minha boca gargalhe
Em vez daquela estática.
Não cheguem perto poetas medrosos
Estou cansado das mesmas notícias
Disfarçada de poemas baratos
Com as mesmas estrofes
Tétricas e obtusas.
Criando novos versos
Destruirei velhos sonetos
(Os em formação são bem vindo)
Para que a nova poesia surja
Extinguindo a métrica nunca alcançada
(As uvas estão verdes)
Alcançarei a todos.
Fluencia, Manifiesto Poético para los Malkavianos
Si me llamas a mi casa
Para contarme nuevas noticias
Del chisme de la depresión
Cerraré la puerta en tu cara
Mi carroza está cansada de los viejos shires
Necesito caballos árabes
Para atravesar esta sequía
Y llegar a Pasárgada.
Es gracioso el miedo que algunos tienen
De saltar el muro y seguir el camino
¿Calma?!?!?!
¡Que se joda la calma!
Prefiero el caos amigo que salvará mis versos.
Prefiero que mis ojos se vuelvan del revés
Que mi boca se ría a carcajadas
En lugar de esa estática.
No se acerquen poetas temerosos
Estoy cansado de las mismas noticias
Disfrazadas de poemas baratos
Con las mismas estrofas
Tétricas y obtusas.
Creando nuevos versos
Destruiré viejos sonetos
(Los que están en formación son bienvenidos)
Para que la nueva poesía surja
Extinguiendo la métrica nunca alcanzada
(Las uvas están verdes)
Alcanzaré a todos.