Labirinto
Complexos sentimentos
Dizeres incompletos
Controversos amores
Corações inquietos
Do que é feita a minha alma
Se não de passados secretos
As vezes me sinto um tanto artificial
E as vezes me sinto fora do normal
Me diz como enfrentar
As coisas que insistem em ficar
Tão fora do lugar
Meu labirinto a saída quero encontrar
Em tons de cinza eu pinto
Os quadros do mundo real
Sonhando com meu colorido
Desejo carnal mas é tudo tão irreal
As coisas se esvaem
No tempo e eu perco
O contento de satisfazer
O meu próprio sedento e confuso eu
Intermináveis construções que ofuscam meu querido céu
Me prendem num vazio sem horizontes, me faz de papel
Nem as palavras meras doces como o mel
Explicarão esse meu anseio cruel
Laberinto
Sentimientos complejos
Palabras incompletas
Amores controvertidos
Corazones inquietos
De qué está hecha mi alma
Sino de secretos pasados
A veces me siento un tanto artificial
Y a veces me siento fuera de lo normal
Dime cómo enfrentar
Las cosas que insisten en quedarse
Tan fuera de lugar
Mi laberinto la salida quiero encontrar
En tonos de gris pinto
Los cuadros del mundo real
Soñando con mi colorido
Deseo carnal pero todo es tan irreal
Las cosas se desvanecen
En el tiempo y pierdo
La alegría de satisfacer
Mi propio yo sediento y confuso
Interminables construcciones que oscurecen mi amado cielo
Me atrapan en un vacío sin horizontes, me hacen de papel
Ni las palabras simples dulces como la miel
Explicarán este cruel anhelo mío
Escrita por: Augusto Carvalho Dos Santos