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Gota de Amor Llorada

Ton Oliveira

Pingo de Amor Chorado

Seus planos não são aceitos, seus erros vem de berço
E eu não vou contar um terço, de um quarto dos seus defeitos
Não me venha com direitos, que eu conheço o seu passado
Seu charme fracassado, não me humilha e nem me afronta

Não pense que eu faço conta
De um pingo de amor chorado

Pingo de amor chorado!
Um pingo de amor chorado!
Não pense que eu faço conta!
De um pingo de amor chorado!

Você usou covardia, quando me mandou embora
Procurou me dar um fora, porque pensava que eu ia
Lhe chalerar todo dia, mas seu plano deu errado
Foi muito bem empregado, pra você não ser mais tonta

Não pense que eu faço conta
De um pingo de amor chorado

Pingo de amor chorado!
Um pingo de amor chorado!
Não pense que eu faço conta!
De um pingo de amor chorado!

Você me deixou porque, zombava do amor nosso
E agora arranjou um troço, que quem domina você
Se quiser dar nele dê, que ele é corno conformado
Você monta no safado, mas em mim você não monta

Não pense que eu faço conta
De um pingo de amor chorado

Pingo de amor chorado!
Um pingo de amor chorado!
Não pense que eu faço conta!
De um pingo de amor chorado!

Não pense que eu vou roer, fique com o seu beberrão
Que ele vai jurar que não, mas sempre gostou de beber
O jeito é você viver, com esse amaldiçoado
Que já vive acostumado, e nem liga se levar ponta

Não pense que eu faço conta
De um pingo de amor chorado

Pingo de amor chorado!
Um pingo de amor chorado!
Não pense que eu faço conta!
De um pingo de amor chorado!

Você me agora diz, que vive a felicidade
Mas eu sei que na verdade, sou eu quem vive feliz
Assim o destino quis, eu não me sinto culpado
O seu castelo enfeitado, o seu passado desmonta

Não pense que eu faço conta
De um pingo de amor chorado

Pingo de amor chorado!
Um pingo de amor chorado!
Não pense que eu faço conta!
De um pingo de amor chorado!

Gota de Amor Llorada

Tus planes no son aceptados, tus errores vienen de nacimiento
Y no te contaré ni una tercera ni una cuarta parte de tus defectos
No vengas a mí con derechos, conozco tu pasado
Tu encanto fallido no me humilla ni me afrenta

No creo que haga matemáticas
De una gota de amor llorado

¡Una gota de amor llorado!
¡Una gota de amor llorado!
¡No creas que hago matemáticas!
¡De una gota de amor llorado!

Usaste la cobardía cuando me enviaste lejos
Él trató de rechazarme porque pensó que iba a
Intenté engañarte todos los días, pero tu plan salió mal
Estuvo muy bien aprovechado, así que ya no harás más tonterías

No creo que haga matemáticas
De una gota de amor llorado

¡Una gota de amor llorado!
¡Una gota de amor llorado!
¡No creas que hago matemáticas!
¡De una gota de amor llorado!

Me dejaste porque te burlaste de nuestro amor
Y ahora tienes algo en marcha, que quien te domine
Si quieres pegarle, pégale, porque es un cornudo resignado
Montas al bastardo, pero no a mí

No creo que haga matemáticas
De una gota de amor llorado

¡Una gota de amor llorado!
¡Una gota de amor llorado!
¡No creas que hago matemáticas!
¡De una gota de amor llorado!

No creas que voy a roer, quédate con tu bebedor
Jurará que no, pero siempre le gustó beber
El camino es que vivas con este maldito
Quien ya está acostumbrado y ni siquiera le importa recibir propina

No creo que haga matemáticas
De una gota de amor llorado

¡Una gota de amor llorado!
¡Una gota de amor llorado!
¡No creas que hago matemáticas!
¡De una gota de amor llorado!

Dime ahora que vives en la felicidad
Pero yo sé que en verdad soy yo quien vive feliz
Así lo quiso el destino, no me siento culpable
Tu castillo decorado, tu pasado se desmantela

No creo que haga matemáticas
De una gota de amor llorado

¡Una gota de amor llorado!
¡Una gota de amor llorado!
¡No creas que hago matemáticas!
¡De una gota de amor llorado!

Escrita por: Juvenal Oliveira Leite (Juvenal Oliveira)