Desafio
Chico Mineiro:
Vou cantar esse meu verso só para ver no que dá.
cantadô da sua marca se encontra em quarqué lugá.
Chiquinho:
Eu sou cantadô e peão, já nasci de bota e espora.
Amonto em chucro polano e burro que vem de fora.
Chico Mineiro:
Pau podre não dá cavaco, desgraça pouca é desorde.
É certo aquele ditado: cachorro latiu não morde.
Chiquinho:
Esse cachorro não morde porque tem um dente.
Quebrou mordendo no casco da égua da tua vó.
Chico Mineiro:
A égua da minha avó nem da cocheira não sai.
Por isso ando amontado no cavalo do teu pai.
Chiquinho:
O cavalo do meu pai derruba quarqué peão.
Andei picando de espora o burro do teu irmão.
Chico Mineiro:
No teu verso eu conheço tua laia, teus parente.
Só fala em sua famia, é filho de boa gente.
Chiquinho:
Sou filho de boa gente, ... sou filho de boa gente... (perdeu)
Desafío
Chico Mineiro:
Voy a cantar este verso solo para ver qué pasa.
El cantante de tu marca se encuentra en cualquier lugar.
Chiquinho:
Soy cantante y peón, nací con botas y espuelas.
Montando en caballos salvajes y burros que vienen de afuera.
Chico Mineiro:
Madera podrida no sirve, desgracia poca es desorden.
Es cierto ese dicho: perro que ladra no muerde.
Chiquinho:
Ese perro no muerde porque tiene un diente.
Se rompió mordiendo el casco de la yegua de tu abuela.
Chico Mineiro:
La yegua de mi abuela ni sale del establo.
Por eso ando montado en el caballo de tu padre.
Chiquinho:
El caballo de mi padre tumba a cualquier peón.
He estado picando con las espuelas al burro de tu hermano.
Chico Mineiro:
En tu verso conozco tu clase, tus parientes.
Solo hablas de tu familia, eres hijo de buena gente.
Chiquinho:
Soy hijo de buena gente, ... soy hijo de buena gente... (perdió)
Escrita por: Tinoco / Tonico