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De las Aguas y la Selva

Torrinho

Das Águas e da Mata

Jacinto, senhor meu amo
Leva os cuidados no peito
Noite escura, venta forte
O melhor e atracação

Jacinto, senhor meu amo
Não te afoites pelos furos
Lembra sempre os bichos maus
Que no fundo dos peraus
Fazem casa, moradia

Jacinto, senhor meu amo
Não ouças o canto das águas
É Iara encantando
Não passes junto das ilhas
Mapinguari espreitando
Teme os botos tucuxis
São bichos de encantação
Lembra bem a louvação
Da senhora que navega
Igapós e paranás
Águas claras, águas limpas
Sem qualquer assombração

Jacinto, senhor meu amo
Não demora a chegar não

De las Aguas y la Selva

Jacinto, mi señor amo
Lleva los cuidados en el pecho
Noche oscura, viento fuerte
Lo mejor es atracar

Jacinto, mi señor amo
No te apresures por los agujeros
Recuerda siempre a los animales malos
Que en el fondo de los pastizales
Hacen casa, morada

Jacinto, mi señor amo
No escuches el canto de las aguas
Es Iara encantando
No pases junto a las islas
Mapinguari acechando
Teme a los delfines rosados
Son animales encantados
Recuerda bien la alabanza
De la señora que navega
Igapós y paranás
Aguas claras, aguas limpias
Sin ninguna aparición

Jacinto, mi señor amo
No tardes en llegar

Escrita por: Anibal Beça / Torrinho