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La maldición del Viejo Barreiro

Tosco Metal

Maldição do Velho Barreio

Maldição do Velho Barreio

Ao pôr do sol de todos os dias
O velho Sebastião voltava de seu trabalho
Com sua garrafa para casa
Para chegar até lá teria que atravessar o brejo
Voltando um dia de seu trabalho
Comprou mais goro do que de costume
E encheu a cara
Chegando ao brejo, não agüentava mais caminhar
Então lá bodiou e no barro se afogou
Os sapos famintos o devoraram
E ninguém mais o encontrou

Velho Barreiro, pinguço desgraçado
Caminhando pelo brejo, pelos sapos devorado
Velho Barreiro com sua maldição
Assombrando a todos que andam chapadão

Nunca encontraram seu corpo
Mas sua lanterna assombra o brejo
O cheiro de pinga seduz outros beudos
Levando-os aos sapos devoradores

Maldição do Velho assombrando a todos
Que não dão o primeiro gole aos santos
Serão tão amaldiçoados que nem Pedra90
Terão por toda a eternidade !!!

Velho Barreiro, pinguço desgraçado
Caminhando pelo brejo, pelos sapos devorado
Velho Barreiro com sua maldição
Assombrando a todos que andam chapadão

La maldición del Viejo Barreiro

La maldición del Viejo Barreiro

Al atardecer de todos los días
El viejo Sebastián regresaba de su trabajo
Con su botella hacia su casa
Para llegar allí tendría que cruzar el pantano
Regresando un día de su trabajo
Compró más licor del que acostumbraba
Y se emborrachó
Al llegar al pantano, ya no podía caminar
Así que se tambaleó y se ahogó en el barro
Los sapos hambrientos lo devoraron
Y nadie más lo encontró

Viejo Barreiro, borracho maldito
Caminando por el pantano, devorado por los sapos
Viejo Barreiro con su maldición
Asustando a todos los que andan drogados

Nunca encontraron su cuerpo
Pero su linterna acecha el pantano
El olor a aguardiente seduce a otros borrachos
Llevándolos hacia los sapos devoradores

La maldición del Viejo asustando a todos
Que no le dan el primer trago a los santos
Serán tan maldecidos que ni Pedra90
Tendrán por toda la eternidad !!!

Viejo Barreiro, borracho maldito
Caminando por el pantano, devorado por los sapos
Viejo Barreiro con su maldición
Asustando a todos los que andan drogados

Escrita por: Cachaça / Caninha