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Guardiana de la Amazonía indígena

Tribo Mundurukus

Guardiã da Amazônia indígena

Tambores! Flautas!
Vem pra cá
Guardiã

Símbolo da força é da beleza
Uni o passado é o futuro
Da sua dança alma se revela
Guarda história do seu povo para o mundo
Defende o território guardiã tribal
Encara o perigo frente a frente
Uni os elementos da floresta
É fogo, é água, é terra, é ar!

O espelho das águas reflete o teu rosto
Incandeado o mal fez o teu esforço
Um círculo de bicho se desenha na Mundurukânia
Contemplam é exaltam e a guardiã, ipnotiza!
A Mundurukânia!

Guardiã Munduruku
Chama o teu povo amado
Dança nesse solo sagrado
És certeira do clã dessa terra

(Guardiã Munduruku)
Escultura lapidada da mão de Karú
Sua pele reflete a luz da manhã
Consagrada bele guardiã

Guardiana de la Amazonía indígena

¡Tambores! ¡Flautas!
Ven para acá
Guardiana

Símbolo de la fuerza y de la belleza
Une el pasado y el futuro
De tu danza el alma se revela
Guarda la historia de tu pueblo para el mundo
Defiende el territorio, guardiana tribal
Enfrenta el peligro cara a cara
Une los elementos de la selva
¡Es fuego, es agua, es tierra, es aire!

El espejo de las aguas refleja tu rostro
Incendiado el mal hizo tu esfuerzo
Un círculo de criaturas se dibuja en la Mundurukânia
Contemplan y exaltan y la guardiana, ¡hipnotiza!
¡La Mundurukânia!

Guardiana Munduruku
Llama a tu pueblo amado
Baila en este suelo sagrado
Eres certera del clan de esta tierra

(Guardiana Munduruku)
Escultura labrada de la mano de Karú
Tu piel refleja la luz de la mañana
Consagrada, bella guardiana

Escrita por: Caetano Medeiros / Flávio Vasconcelos