Guardiões da Natureza
Putcha-sí
O leito do rio à sangrar
O leito do meu rio à sangrar
Napês invasores ão de pagar!
Convoco as legiões
Suplico às legiões
Ipupiaras, Curupiras, Caruanas
Paikicés, Guardiões
Legiões de criaturas a se amalgamar
Para proteger o nosso Tapajós
Das mãos sangrentas de napês
Destruidores do amanhã
Garimpeiros invasores
Putcha sí, Putcha sí, Putcha sí
É chegada a hora!
Tapajós, Tapajós, Tapajós
Águas que benzem
Águas que curam
Águas sagradas
Manchada pela ganância
Sucumbida pela arrogância
Ameaçaram minhas gerações
O Rio Tapajós precisa respirar, Guardiões da Natureza, venham todos!
Paikicés
Curupiras
Caruanas
Ipupiaras
Venham legiões, venham legiões
Avancem, expulsem os garimpeiros!
Venham legiões, venham legiões
Avancem, expulsem os garimpeiros!
Venham, Guardiões, Venham, Guardiões!
Guardianes de la Naturaleza
Putcha-sí
El lecho del río sangra
El lecho de mi río sangra
¡Los invasores napês pagarán!
Convoco a las legiones
Suplico a las legiones
Ipupiaras, Curupiras, Caruanas
Paikicés, Guardianes
Legiones de criaturas se amalgaman
Para proteger nuestro Tapajós
De las manos sangrientas de los napês
Destructoras del mañana
Garimpeiros invasores
Putcha sí, Putcha sí, Putcha sí
¡Ha llegado la hora!
Tapajós, Tapajós, Tapajós
Aguas que bendicen
Aguas que curan
Aguas sagradas
Manchadas por la codicia
Sometidas por la arrogancia
Amenazaron a mis generaciones
El Río Tapajós necesita respirar, ¡Guardianes de la Naturaleza, vengan todos!
Paikicés
Curupiras
Caruanas
Ipupiaras
Vengan legiones, vengan legiones
¡Avancen, expulsen a los garimpeiros!
Vengan legiones, vengan legiones
¡Avancen, expulsen a los garimpeiros!
¡Vengan, Guardianes, Vengan, Guardianes!
Escrita por: Demetrius Haidos