Eu e o Caminheiro
De manhãzinha surge o Sol no horizonte
Dobrando montes lá se vai o caminheiro
Passam as horas, passam dias e semanas
Nunca reclama e vai andando o ano inteiro
Ninguém consegue penetrar em sua mente
Ele somente sabe a dor que está sentindo
Talvez sofrendo por deixar seu bem amado
Ou condenado pela força do destino
Que diferença entre nossas duas vidas
Ambas perdidas em sofrimentos iguais
A diferença é que sofrendo eu vivo preso
Com o desprezo de quem não me quer jamais
Por muitas vezes eu pensei em ir embora
Porém agora entreguei-me a indecisão
Se eu ficar sei que não vou resistir
E se partir eu sei que morro de paixão
Yo y el Caminante
Por la mañana aparece el Sol en el horizonte
Doblando montañas allá va el caminante
Pasando las horas, pasan días y semanas
Nunca se queja y sigue caminando todo el año
Nadie puede penetrar en su mente
Él solo sabe el dolor que está sintiendo
Quizás sufriendo por dejar a su amado
O condenado por la fuerza del destino
Qué diferencia entre nuestras dos vidas
Ambas perdidas en sufrimientos iguales
La diferencia es que sufriendo yo vivo atrapado
Con el desprecio de quien nunca me querrá
Muchas veces pensé en irme
Pero ahora me entregué a la indecisión
Si me quedo sé que no resistiré
Y si me voy sé que moriré de pasión
Escrita por: Sebastião Marra / Venancinho