Vagalume Feio
Tem um macaco dirigindo minha vida
Ninguém acredita em mim
Ele tomou o volante do carro
Acendeu um cigarro
E me fez vir até aqui.
Pra perguntar o que aconteceu
Você atirou em mim
Descarregou e não me acertou
E disse que errou por que me amava
Por que você nunca valeu muita coisa
Mas eu já não preciso nada
Deixe que falem senta e bebe comigo
Não finja que se ofendeu
Tem gente na minha porta
Andando atrás de você
Tão me cobrando uma divida que sua
Eu disse que mulher da rua não tem avalista
No click! Cleck! Do relógio e do revolver
O orgulho morreu em mim
To me entregando eu não vivo sem você
Essa historia só acaba quando alguém morrer
Por que você nunca valeu muita coisa
Mas eu já não preciso nada
Deixe que falem senta e bebe comigo
Não finja que se ofendeu
Quero saber o que aconteceu
Você se cansou de mim
Você chegou bagunçou minha vida
Foi embora escondida, mas eu sempre digo sim.
A boate ficou triste sem você
Meu vagalume feio
Cê tá na rua e quer voltar pra casa
Quebrei as pontas das facas
Pra você poder voltar
Por que você nunca valeu muita coisa
Mas eu já não preciso nada
Deixe que falem senta e bebe comigo
Não finja que se ofendeu
Por que você nunca valeu muita coisa
Mas eu já não preciso nada
Deixe que falem senta e bebe comigo
Não finja que se ofendeu
Luciérnaga Fea
Hay un mono conduciendo mi vida
Nadie me cree
Tomó el volante del auto
Encendió un cigarrillo
Y me hizo llegar hasta aquí.
Para preguntar qué pasó
Me disparaste
Descargaste y no me alcanzaste
Y dijiste que te equivocaste porque me amabas
Porque nunca valiste mucho
Pero ya no necesito nada
Deja que hablen, siéntate y bebe conmigo
No finjas que te ofendiste
Hay gente en mi puerta
Persiguiéndote
Me están cobrando una deuda tuya
Dije que una mujer de la calle no tiene avalista
¡Clic! ¡Clac! Del reloj y del revólver
El orgullo murió en mí
Me estoy entregando, no puedo vivir sin ti
Esta historia solo termina cuando alguien muere
Porque nunca valiste mucho
Pero ya no necesito nada
Deja que hablen, siéntate y bebe conmigo
No finjas que te ofendiste
Quiero saber qué pasó
Te cansaste de mí
Llegaste, revolviste mi vida
Te fuiste escondida, pero siempre digo que sí.
La discoteca está triste sin ti
Mi luciérnaga fea
Estás en la calle y quieres volver a casa
Rompo las puntas de los cuchillos
Para que puedas regresar
Porque nunca valiste mucho
Pero ya no necesito nada
Deja que hablen, siéntate y bebe conmigo
No finjas que te ofendiste
Porque nunca valiste mucho
Pero ya no necesito nada
Deja que hablen, siéntate y bebe conmigo
No finjas que te ofendiste
Escrita por: Anderson Lerbach