Caronte (O Barqueiro de Hades)
Pelas águas do Aqueronte
Eternamente ele cumpre sua pena
Filho da Noite, de nome Caronte
A sua ganância é o que lhe condena
Em suas barbas milênios de história
Em sua barca nunca houve glória
Conduz as almas ao ponto final
Desde que estejam preparadas para tal
Se não cumprir todos os rituais
Perversamente ficará para trás
Vagará por um século ou mais
Deambulando entre mortos e mortais
E para o rio atravessar
É bom que tenha como pagar
O lacaio de Hades irá cobrar
Para com Cerbero lhe deixar
E é impossível regressar
De onde os ímpios irão pra sempre morar
Por Pandora castigo/missão
Espera pelo pagamento na mão
Não se esqueça de levar o dinheiro
Uma moeda é o preço do barqueiro
E para o rio atravessar
É bom que tenha como pagar
O lacaio de Hades irá cobrar
Para com Cerbero lhe deixar
E é impossível regressar
De onde os ímpios irão pra sempre morar
Pelas águas escaldantes à fora
Orgulho e riquezas vão embora
Já não pertences ao mundo real
Agora só conhecerás o mal
Se não cumprir todos os rituais
Perversamente ficará para trás
Vagará por um século ou mais
Deambulando entre mortos e mortais
Caronte (El Barquero de Hades)
Por las aguas del Aqueronte
Eternamente cumple su condena
Hijo de la Noche, llamado Caronte
Su avaricia es lo que lo condena
En su barba milenios de historia
En su barca nunca hubo gloria
Conduce las almas al punto final
Siempre que estén listas para tal
Si no sigues todos los rituales
Perversamente quedarás atrás
Vagarás por un siglo o más
Deambulando entre muertos y mortales
Y para cruzar el río
Es bueno que tengas con qué pagar
El lacayo de Hades cobrará
Para dejarte con Cerbero
Y es imposible regresar
De donde los impíos irán a morar para siempre
Por Pandora castigo/misión
Espera el pago en la mano
No olvides llevar el dinero
Una moneda es el precio del barquero
Y para cruzar el río
Es bueno que tengas con qué pagar
El lacayo de Hades cobrará
Para dejarte con Cerbero
Y es imposible regresar
De donde los impíos irán a morar para siempre
Por las aguas ardientes afuera
El orgullo y las riquezas se van
Ya no perteneces al mundo real
Ahora solo conocerás el mal
Si no sigues todos los rituales
Perversamente quedarás atrás
Vagarás por un siglo o más
Deambulando entre muertos y mortales
Escrita por: Deivin Luiz / Kevin Ribeiro / Kiko Nderson