Infâmia
Flores que se foram com as águas da enxurrada
Nos revelam a parte à parte do brilho, da escuridão
Flores que perderam as cores como algas fora d'água
Nos convidam a partir pra briga, sem causa, culpa ou devoção
Há um barco à velas que vela nossas vidas
Há um céu escuro por trás dos muros da inconsequência
Tem algo escrito à lápis na lápide da intolerância
Negócios de vender crianças em cardápios de motel
Nas asas de uma águia voa a nossa decência
Entregues a concupiscência dos nossos pobres corações
Um sopro imprevisível com o veneno da serpente
Nos convida a sermos ausentes quando mais se precisa de nós
Flores que se foram com as águas da enxurrada
Nos revelam a parte à parte do brilho, da escuridão
Flores que perderam as cores como algas fora d'água
Nos obriga a partir pra briga, sem causa, culpa ou devoção
Há um barco à velas que vela nossas vidas
Há um céu escuro por trás dos muros da inconsequência
Tem algo escrito à lápis na lápide da intolerância
Negócios de vender crianças em cardápios de motel
Nas asas de uma águia voa a nossa decência
Entregues a concupiscência dos nossos pobres corações
Um sopro imprevisível com o veneno da serpente
Nos convidam a sermos ausentes quando mais se precisa de nós
Infamia
Flores que se fueron con las aguas del torrente
Nos revelan parte por parte el brillo, la oscuridad
Flores que perdieron los colores como algas fuera del agua
Nos invitan a pelear, sin causa, culpa o devoción
Hay un barco a velas que vela nuestras vidas
Hay un cielo oscuro detrás de los muros de la inconsecuencia
Hay algo escrito a lápiz en la lápida de la intolerancia
Negocios de vender niños en menús de motel
En las alas de un águila vuela nuestra decencia
Entregados a la concupiscencia de nuestros pobres corazones
Un soplo imprevisible con el veneno de la serpiente
Nos invita a ser ausentes cuando más se nos necesita
Flores que se fueron con las aguas del torrente
Nos revelan parte por parte el brillo, la oscuridad
Flores que perdieron los colores como algas fuera del agua
Nos obliga a pelear, sin causa, culpa o devoción
Hay un barco a velas que vela nuestras vidas
Hay un cielo oscuro detrás de los muros de la inconsecuencia
Hay algo escrito a lápiz en la lápida de la intolerancia
Negocios de vender niños en menús de motel
En las alas de un águila vuela nuestra decencia
Entregados a la concupiscencia de nuestros pobres corazones
Un soplo imprevisible con el veneno de la serpiente
Nos invitan a ser ausentes cuando más se nos necesita
Escrita por: Túlio Mércio