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negro

TUNA

Noir

Noir

Eu esperei, tinha esperança, de ser o seu rei
(da China ou da França)
Você tão distante, me obrigava a orar, em horas flutuantes
Sem cores, sem dores, sem flores, noir....
Perdi a paciência, culpei a ciência....
Em tardes tardias, na melancolia....

Criei empecilhos, esqueci nossos filhos, morri na redoma, perdi os meus trilhos
Lembrei dos seus cílios colados aos meus...
Não se afaste de mim, não me entregue a Deus....
Lembrei dos seus cílios colados aos meus...
Não se afaste de mim, não me entregue, adeus.

negro

negro

Esperaba, esperaba, ser tu rey
(de China o Francia)
Estás tan lejos, me obligaste a rezar, a horas flotantes
Sin colores, sin dolores, sin flores, negro
Perdí la paciencia, culpé a la ciencia
Por las tardes, en melancolía

Creé obstáculos, olvidé a nuestros hijos, morí en la cúpula, perdí las huellas
Recuerdo tus pestañas pegadas a mi
No te alejes de mí, no me des a Dios
Recuerdo tus pestañas pegadas a mi
No te alejes de mí, no me lo des, adiós

Escrita por: Lucas Casella