Fora do Comum
[Projeto Maktub]
Bem fora do comum mais perto de tudo
Eu resolvi lhe questionar
As cores não se movem
Não se movem não não não
Bem fora do comum mais perto de tudo
Eu resolvi lhe questionar
As cores não se movem
Não se movem não não não
Absorvo apenas o que é preciso
Eu falo tanta coisa que nem sempre vejo
A procura de um lugar que eu me sinta livre, fé
E algo que descanse o peito
Se o mundo acabasse como todo ano
Se eu acreditasse no que me foi dito
Eu ando escrevendo sobre a mesma coisa
E resolvi dizer o que não foi escrito
É que meu passado anda batendo na porta
Como silêncio no quarto
Pela janela o vento nunca deu passo
Maior que o tempo, não nunca deu passo
Maior que o tempo, não não não
Bem fora do comum mais perto de tudo
Eu resolvi lhe questionar
As cores não se movem
Não se movem não não não
Bem fora do comum mais perto de tudo
Eu resolvi lhe questionar
As cores não se movem
Não se movem não não não
[Tuono]
Eles dizem: Você precisa crê
Mas não sabem explicar o por que
Quando questionamos
O tom da resposta muda
E por hora o olhar te assusta
O correto é crer sem ver
Aprende com Tomé
Nada é inquestionável
Nem o amor nem a paz
Sujeito, predicado, estado nem a fé
Quanto mais esse papo de que se aceita é certo
E que se eu nego eu tô errado
Para
Vamos olhar pro outro lado
Quem pergunta tanto sabe quanto
Quem responde meio fato
Eu tô cansado de ouvir que você sabe
Eu tô ligado
Que você sabe, eu tô ligado
Tentaram me dizer que a vida
É nascer, crescer, se formar e ter
Se ter é isso eu me cancelo
Porque eu quero ter mais
Do que quer
E tu no banco
Eu quero me sentar no banco
E pensar no que acredito é
E pensar no que acredito
Se o céu é uma tela
Com constelações de pixels
Se o céu é uma tela
Com constelações de pixels
Fuera de lo Común
[Proyecto Maktub]
Muy fuera de lo común, más cerca de todo
Decidí preguntarte
Los colores no se mueven
No se mueven, no no no
Muy fuera de lo común, más cerca de todo
Decidí preguntarte
Los colores no se mueven
No se mueven, no no no
Absorbo solo lo necesario
Digo tantas cosas que no siempre veo
Buscando un lugar donde me sienta libre, fe
Y algo que descanse el pecho
Si el mundo terminara como cada año
Si creyera en lo que me dijeron
Estoy escribiendo sobre lo mismo
Y decidí decir lo que no fue escrito
Es que mi pasado está llamando a la puerta
Como silencio en la habitación
Por la ventana, el viento nunca dio un paso
Más grande que el tiempo, nunca dio un paso
Más grande que el tiempo, no no no
Muy fuera de lo común, más cerca de todo
Decidí preguntarte
Los colores no se mueven
No se mueven, no no no
Muy fuera de lo común, más cerca de todo
Decidí preguntarte
Los colores no se mueven
No se mueven, no no no
[Tuono]
Dicen: Tienes que creer
Pero no saben explicar por qué
Cuando cuestionamos
El tono de la respuesta cambia
Y a veces la mirada asusta
Lo correcto es creer sin ver
Aprende de Tomás
Nada es incuestionable
Ni el amor ni la paz
Sujeto, predicado, estado ni la fe
Cuanto más este rollo de aceptar es correcto
Y que si niego estoy equivocado
Para
Vamos a mirar hacia el otro lado
Quien pregunta tanto sabe tanto
Quien responde a medias
Estoy cansado de escuchar que tú sabes
Estoy al tanto
Que tú sabes, estoy al tanto
Intentaron decirme que la vida
Es nacer, crecer, formarse y tener
Si tener es eso, me cancelo
Porque quiero tener más
De lo que quiero
Y tú en el banco
Quiero sentarme en el banco
Y pensar en lo que creo es
Y pensar en lo que creo
Si el cielo es una pantalla
Con constelaciones de píxeles
Si el cielo es una pantalla
Con constelaciones de píxeles