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Maraca

Tupi e Nagô

Maracá

Reggae e maracatu
Reggae é maracá

Vindo do nordeste brasileiro
Caminho aberto por antônio conselheiro
Revolta gritada por um berimbau
Cultura regada a carne-de-sol

A história é citada e deixa as provas
Caatinga que cresce diante das trovas
O santo que baixa e marca o chão
Protege a água d o sub-solo do sertão
Que a seca devastou

Reggae e maracatu
Reggae é maracá

O anúncio do surdo conduz a raíz
A espada fardada de um dogma quis
A paz do calango, a força da terra
O brinde embriaga e celka a guerra

Do amargo suor que adoça o quilombo
Não seca a boca encoberta o rombo
Patas de caranguejo com sangue humano
Coronéis que escravizam, perdoa o engano

Vem, vem
Que eu vou mostrar pra vocês
Samba com maculelê
Como atacar com o cipó
Cabrobró!
Lampião já me dizia
Ferro, fogo e água fria
Pra atormentar!

Maraca

Reggae y maracatu
Reggae es maracá

Viniendo del noreste de Brasil
Camino abierto por Antonio Consejero
Revuelta gritada por un berimbau
Cultivo regado por el sol

La historia se cita y deja la evidencia
Caatinga que crece antes del trueno
El santo que baja y marca el suelo
Protege el agua del subsuelo del backcountry
Que la sequía ha devastado

Reggae y maracatu
Reggae es maracá

El anuncio de los sordos conduce a la raíz
La espada uniformada de un dogma quería
La paz de calango, la fuerza de la tierra
La tostada embriaga y celka la guerra

Desde el sudor amargo que endulzan el quilombo
No seque la boca cubierta el rombo
Patas de cangrejo con sangre humana
Coroneles que esclavizan, perdonan el engaño

Vamos, vamos, vamos
Que te voy a mostrar
Samba con maculelé
Cómo atacar con la vid
¡Cabobró!
Lamppião ya me lo dijo
Hierro, fuego y agua fría
¡Para atormentar!

Escrita por: Rafael Sampaio / Tupi / Nago