395px

Señales

Um Barril de Rap

Sinais

Você não sabe a metade do que eu sigo
Eu não sigo nem a metade do que eu vejo
Eu vejo tanto que chega a doer de medo
Sabe a verdade? Eu compartilho esse castigo
Sem mais o bom é o bem presente
O que tem nessa comida? Por que eu sempre tô doente?
Tô fora da corrida, eu tô ausente
Se não entende o que eu digo, pelo amor de Deus nem tente
O que não é pecado? O que não é sagrado?
É tudo transeunte, é tudo transmutável, inevitável
Tire a venda das crianças
A verdade é implacável até a onde a gente alcança
Bem que eu desconfiava das tragédias na TV
Quem é você pra me dizer as sensações que eu quero ter?
Vem essa voz, nora da ira interromper
Mas dessa vez eu vim pro bem
Eu não posso me corromper
Você que quer aparecer
O artista quer fugir
O que eu quero dizer é como eu posso te ferir
Meu espaço sideral, ou ideal, ou pelo esgoto
Eu tô sabendo de um portal num matagal no Mato Grosso
Ninguém pra falar: o que queres ouvir?
Alguém que quera ouvir o que eu quero dizer
Também vou me libertar eu decidi
Porém eu tô acorrentado em que?

Eles me julgam mas não fazem a metade
Dedos que apontam mas sabem da verdade
E eu só quero viver dessa viagem
Por um segundo que o mundo se cale
Me sinto vivo em um lugar misterioso
Mas, pra viver vou me envolver até o pescoço
E se tem volta logo agora eu já não posso me prender
Já me perdi pra achar a rota pra tentar me conhecer
Essa trilha foi escrita por quem nem me conheceu
Nessa história minhas memórias quem será que escondeu?
Então não chame meu sonho, ou o que me move de ilusão
Nem me suporte quem se comove em sua própia dimensão
Imparcial ao que queres
Eu só serei quem sou
Já vou. Não me esperem, pois de lá ninguém voltou
Posso não saber cantar sonoridade ou afinação
Mas, escutar ou criticar é só outra opção
Aos vinte e um eu decidi não ser comum
Só refleti que ser mais um é só fingir
Nem um tá livre aqui!
Se a casa cair não tô sozin, vamo invadir, fazer sumir
Quem suncunbir pra resistir
Não desistir!
Então torce esse nariz já que minha música vai além
Aqui se paga, aqui faz igual a paz que te convém
Amigavél, revolatdo por trás do bom rapaz
Quem aposta?
Quer resposta
Aqui não cabe mais

Señales

No sabes ni la mitad de lo que sigo
No sigo ni la mitad de lo que veo
Veo tanto que duele de miedo
¿Sabes la verdad? Comparto este castigo
Lo bueno es lo presente
¿Qué hay en esta comida? ¿Por qué siempre estoy enfermo?
Estoy fuera de la carrera, estoy ausente
Si no entiendes lo que digo, por favor, ni lo intentes
¿Qué no es pecado? ¿Qué no es sagrado?
Todo es pasajero, todo es mutable, inevitable
Quita la venda de los niños
La verdad es implacable hasta donde alcanzamos
Sospechaba de las tragedias en la TV
¿Quién eres tú para decirme las sensaciones que quiero tener?
Viene esta voz, nuera de la ira a interrumpir
Pero esta vez vine por el bien
No puedo corromperme
Tú que quieres destacar
El artista quiere huir
Lo que quiero decir es cómo puedo herirte
Mi espacio sideral, o ideal, o por el desagüe
Sé de un portal en un matorral en el Mato Grosso
Nadie para decir: ¿qué quieres escuchar?
Alguien que quiera escuchar lo que quiero decir
También me liberaré, he decidido
Pero estoy encadenado a qué?

Me juzgan pero no hacen ni la mitad
Dedos que señalan pero saben la verdad
Y solo quiero vivir este viaje
Por un segundo que el mundo se calle
Me siento vivo en un lugar misterioso
Pero, para vivir me involucraré hasta el cuello
Y si hay vuelta, ahora no puedo atarme
Ya me perdí para encontrar la ruta para intentar conocerme
Esta senda fue escrita por quien ni me conoció
¿Quién escondió mis recuerdos en esta historia?
Así que no llames a mi sueño, o lo que me mueve, una ilusión
No me soportes si te conmueves en tu propia dimensión
Imparcial a lo que quieres
Solo seré quien soy
Me voy. No me esperen, porque de allá nadie regresó
Puede que no sepa cantar con sonoridad o afinación
Pero escuchar o criticar es solo otra opción
A los veintiuno decidí no ser común
Solo reflexioné que ser uno más es fingir
¡Ninguno está libre aquí!
Si la casa cae, no estoy solo, vamos a invadir, hacer desaparecer
Quien sucumba para resistir
¡No desistir!
Así que arruga la nariz ya que mi música va más allá
Aquí se paga, aquí se hace igual que la paz que te conviene
Amigable, revolucionado detrás del buen chico
¿Quién apuesta?
¿Quieres respuesta?
Aquí ya no cabe más

Escrita por: