Deixou de Existir
[Gutt]
Sorriso belo, singelo, olhar sincero
O que eu mais espero do amanhã talvez não ser inverno
Pra quem sente frio na alma, na noite que vive de passagem
Na margem que te venera ou descobre sua viagem
Tendência de um suicida, vida mal resolvida, ouvida em
Uma mensagem com mic e batida
Que chega na orelha e dá um nó, quem olha só, quanto
Mais acho que melhora, mais o mundo tá pior
Vagando na babilônia em busca de Canaã, vagou até
O Éden mas não coma a maça que traz
Só dor, Senhor, deles, não meu. Que se perdeu no
Caminho que não viveu, se não absorveu
Deixou de existir, viveu em outros lugares que o
Homem ainda não pisou.
Vagou no que esqueci, se na mente se formou
Lugares que ainda não chegou
[Chiappetta]
Nem todo afeto se trata como objeto
Apto ao sentido vivo, a paz como objetivo
Nem sempre o ativo é mito, quantas falas em vão
Foram ditas, edito, que eu peço pro Santo Expedito.
Grito que não entraste em conflito. Consigo, vejo só
Repara o erro dos outros pros outros, não é mesmo?
Oh, que nem ta no carnaval que mete o fodas
Tão grande pra escola e hospital, tal do
Vendaval do medo, igual samba sem enredo
Não sei mais se é tarde ou se esse
Tarde virou cedo e o medo
Um dedo do meio, receio não é recreio (se escute)
Ta com dúvida? Fala nada, mais fácil que me pergunte
Crescer e aprender, flexionar o certo e acolher
Fazer você respirar, mesmo devagar não deixar
De ser, tentar mesmo não sabendo, entender que
Sem ar não dá. Sobreviver, viver, mano!
Viva sempre pra sonhar
Deixou de existir, viveu em outros lugares que o
Homem ainda não pisou.
Vagou no que esqueci, se na mente se formou
Lugares que ainda não chegou
[Oliveira]
Vai lança, do teu poder que só gera ganância e a
Esperança do seu dever, só correr que tu alcança
Não cansa de muitas vezes maltratar a garganta
Levanta, ou faz por onde ou então tu se adianta
Só me compreendi depois das vezes que eu vivi
Quando eu me conheci. O mundo gira
Passa a fase e eu conclui que essa vida que eu
Escolhi, não vou negar, me envolvi, que vejo
Como cresci. É fato, sempre vão ter uns pelas
Pra tentar te derrubar, toda essa rima eleva
E é cada um no seu lugar. Não tem lugar, vamos alugar
Vamos a lutar, vou madrugar, que eu vou lidar pra
Não ligar e se eu me largar, vou me afogar
Não da pra dizer se eu vou nadar e te dizer
Que a maré puxa, troca o nipe, a nóia bate
Afoga a mágoa, mentira e quanta palma
Sigilo e ta sem alma. Tranquilo, muita calma
E não viva com esse trauma
Deixou de existir, viveu em outros lugares que o
Homem ainda não pisou
Vagou no que esqueci, se na mente se formou
Lugares que ainda não chegou
Se na mente se formou lugares que ainda não chegou
Se na mente se formou lugares que ainda não chegou
Dejó de Existir
[Gutt]
Sonrisa hermosa, sencilla, mirada sincera
Lo que más espero del mañana quizás no sea invierno
Para quien siente frío en el alma, en la noche que vive de paso
En la orilla que te venera o descubre tu viaje
Tendencia de un suicida, vida mal resuelta, escuchada en
Un mensaje con micrófono y ritmo
Que llega al oído y hace un nudo, quien mira solo, cuanto
Más creo que mejora, más el mundo está peor
Vagando en Babilonia en busca de Canaán, vagó hasta
El Edén pero no comas la manzana que trae
Solo dolor, Señor, de ellos, no mío. Que se perdió en el
Camino que no vivió, si no absorbió
Dejó de existir, vivió en otros lugares que el
Hombre aún no ha pisado
Vagó en lo olvidado, si en la mente se formó
Lugares a los que aún no ha llegado
[Chiappetta]
No todo afecto se trata como objeto
Apto al sentido vivo, la paz como objetivo
No siempre lo activo es mito, cuántas palabras en vano
Fueron dichas, edito, que pido al Santo Expedito.
Grito que no entraste en conflicto. Contigo, veo solo
Repara el error de los otros para los otros, ¿no es así?
Oh, que ni está en el carnaval que se las da de
Tan grande para la escuela y el hospital, tal del
Vendaval del miedo, igual samba sin argumento
Ya no sé si es tarde o si esta
Tarde se volvió temprano y el miedo
Un dedo medio, el temor no es recreo (escúchame)
¿Tienes dudas? No digas nada, más fácil que me preguntes
Crecer y aprender, flexionar lo correcto y acoger
Hacer que respires, aunque sea despacio, no dejar
de ser, intentar aunque no sepas, entender que
Sin aire no se puede. Sobrevivir, vivir, ¡hermano!
Vive siempre para soñar
Dejó de existir, vivió en otros lugares que el
Hombre aún no ha pisado
Vagó en lo olvidado, si en la mente se formó
Lugares a los que aún no ha llegado
[Oliveira]
Ve a lanzar, de tu poder que solo genera avaricia y la
Esperanza de tu deber, solo corre y alcanzarás
No te canses de muchas veces maltratar la garganta
Levántate, o haz por donde o entonces te adelantas
Solo me comprendí después de las veces que viví
Cuando me conocí. El mundo gira
Pasa la fase y concluí que esta vida que
Elegí, no voy a negar, me involucré, que veo
Cómo crecí. Es un hecho, siempre habrá algunos por ahí
Para intentar derribarte, toda esta rima eleva
Y cada uno en su lugar. No hay lugar, vamos a alquilar
Vamos a luchar, voy a trasnochar, que voy a manejar para
No importar y si me abandono, me ahogaré
No puedo decir si voy a nadar y decirte
Que la marea arrastra, cambia el rumbo, la paranoia golpea
Ahoga la pena, mentira y cuánta palabrota
Sigilo y está sin alma. Tranquilo, mucha calma
Y no vivas con ese trauma
Dejó de existir, vivió en otros lugares que el
Hombre aún no ha pisado
Vagó en lo olvidado, si en la mente se formó
Lugares a los que aún no ha llegado
Si en la mente se formó lugares a los que aún no ha llegado
Si en la mente se formó lugares a los que aún no ha llegado
Escrita por: Bruno Chiappetta / Gustavo Quintanilha / Matheus Oliveira