Carinho Qualquer
Uma palavra de estímulo, um carinho qualquer
Um abraço apertado
E venha o que vier!
Me segura pela mão
As vezes caio
Mas sei... Não passa do chão
Pois tenho, amigo
Amizades que cultivo
E nos dias de solidão, onde ninguém pode te achar
Me lembro que vivo
E vivo
Vou continuar
São tantos castelos, tantos prédios, organismos
Tento me organizar
Pois não tenho o ódio
Nem uso dessas armas
Mas minha mente é chama
E nunca se apagará
Alegria
Renovo as energias
Com os dois pés na areia
Mergulho no mar
Vencer, vencer
Ganhar, perder
Saber, e não esquecer
De tudo aquilo que é simples
E do que te traz pra o bem
Chega, vem pra cá, meu bem!
Cualquier Cariño
Una palabra de estímulo, un cariño cualquiera
Un abrazo apretado
¡Y que venga lo que venga!
Agárrame de la mano
A veces caigo
Pero sé... No pasa del suelo
Porque tengo, amigo
Amistades que cultivo
Y en los días de soledad, donde nadie puede encontrarte
Recuerdo que estoy vivo
Y vivo
Seguiré adelante
Son tantos castillos, tantos edificios, organismos
Intento organizarme
Porque no tengo odio
Ni uso esas armas
Pero mi mente es llama
Y nunca se apagará
Alegría
Renuevo las energías
Con los dos pies en la arena
Me sumerjo en el mar
Vencer, vencer
Ganar, perder
Saber, y no olvidar
De todo aquello que es sencillo
Y lo que te lleva hacia el bien
¡Ven, acércate, mi amor!
Escrita por: Henrique Cardeal / Marcio Chapra / Pedro Soares / Rudson França