395px

1994 - Copacabana, Mi Amor

Unidos de Villa Rica de Copacabana

1994 - Copacabana, Meu Amor

Sim, sou eu
Colírio pros olhos do mundo
Sei que sou
Vitrine pra tudo e assumo
Meu verde é de esperança
Meu céu beija meu mar
Meu sol que irradia
Um sorriso em cada olhar
Dos becos à lembrança
A vontade de voltar
Sou princesinha do mar
Domingo de sol, do calçadão
Que paisagem
Repleta minha areia
Saudades da própria saudade
E como esquecer do Bon Marchê
Dos dezoito maestrais
Do cassino, do teatro de revista
Dos artistas imortais

Oi Dendeca Faceira
Que vai pra lá, vem pra cá (bis)
Que faz da noite seu dia
Neste seu balançar

O sonho também é realidade
Eu não tenho apartheid
O luxo, o lixo, o bem e o mal
De tudo tenho um pouco
Em minha essência
Poesia, dança e crença
Conferência mundial

Odoiê, odoiê, odoiá (bis)
Rosas brancas pra Iemanjá

1994 - Copacabana, Mi Amor

Sí, soy yo
Colirio para los ojos del mundo
Sé que soy
Vitrina para todo y lo asumo
Mi verde es de esperanza
Mi cielo besa mi mar
Mi sol que irradia
Una sonrisa en cada mirada
De los callejones al recuerdo
Las ganas de volver
Soy princesita del mar
Domingo de sol, del paseo marítimo
Qué paisaje
Llena mi arena
Nostalgias de la propia nostalgia
Y cómo olvidar el Bon Marché
De los dieciocho maestros
Del casino, del teatro de revista
De los artistas inmortales

Hola Dendeca Faceira
Que va para allá, viene para acá (bis)
Que hace de la noche su día
En este su balanceo

El sueño también es realidad
No tengo apartheid
El lujo, la basura, el bien y el mal
De todo tengo un poco
En mi esencia
Poesía, danza y fe
Conferencia mundial

Odoiê, odoiê, odoiá (bis)
Rosas blancas para Iemanjá

Escrita por: Antônio Da Conceição / Carlinhos Melodia