Thereza Santos, kizomba, consciência e liberdade
Oh bela e formosa ô, jóia rara pioneira
Na luta na força da fé, raiz afro-brasileira
No rádio, jornal e TV, teatro em cena
És poema, guerreira negra contra a discriminação
Tereza Santos, a musa que inspira essa canção
É voz que não cala, a mão que embala
Canta, filho deste chão
Ilê Ayê, oh mãe África
Meu canto de fé nagô
Sou negro, sou forte na senzala
Ouça o rufar do meu tambor
África, seus costumes e tradições
Mistérios a desvendar, culturas, religiões
Quizomba, consciência e liberdade
Retrata toda a conquista de uma raça
E hoje exige paz, prosperidade
Amor, respeito e igualdade, então
Chega de fome e qualquer forma de opressão
Tem capoeira, vem pessoal
Roda baiana, é carnaval
É canto, é dança, é axé
Jaci é luz, é mulher
A homenagem da Unidos do Cabral
Thereza Santos, kizomba, conciencia y libertad
Oh bella y hermosa, oh, rara joya pionera
En la lucha en la fuerza de la fe, raíz afrobrasileña
En la radio, periódico y TV, teatro en escena
Eres poema, guerrera negra contra la discriminación
Thereza Santos, la musa que inspira esta canción
Es voz que no se calla, la mano que mece
Canta, hijo de esta tierra
Ilê Ayê, oh madre África
Mi canto de fe nagô
Soy negro, soy fuerte en la senzala
Escucha el resonar de mi tambor
África, sus costumbres y tradiciones
Misterios por descubrir, culturas, religiones
Kizomba, conciencia y libertad
Retrata toda la conquista de una raza
Y hoy exige paz, prosperidad
Amor, respeto e igualdad, entonces
Basta de hambre y cualquier forma de opresión
Tiene capoeira, viene la gente
Roda baiana, es carnaval
Es canto, es danza, es axé
Jaci es luz, es mujer
El homenaje de Unidos do Cabral