Visceral
Não há mais um jaz aqui
Você me tirou do inferno
Fez minha alma subir
E então botou pregos
No meu coração e nos meus olhos
Que logos ficaram cegos
Não pude ver, não pude sentir
Quão grande era o seu ego
Caia e me faça rir
Pois a minha face está
Paralisada pelo seu veneno
Tão falsa quanto um quadro
Pintado por alguém que tanto sofreu
E pintou sorrisos como aqueles que você me deu
Delicada como a rosa, seu perfume me entorpece
Mas ao lhe tocar suas pétalas vão ao chão
Então só restam espinhos que rasgam meu rosto
E esse sorriso é seu
Só quero que saiba que não te ligarei essa noite
Pois minhas mãos foram cortadas
E costuradas em minhas costas
E os meus ouvidos explodem ao ouvir
O maldito som de sua voz
Caia e me faça rir
Pois a minha face está
Paralisada pelo seu veneno
Tão falsa quanto um quadro
Pintado por alguém que tanto sofreu
E pintou sorrisos, como os que você me deu
Visceral
Ya no yace un cadáver aquí
Me sacaste del infierno
Hiciste que mi alma se elevara
Y luego clavaste clavos
En mi corazón y en mis ojos
Que luego quedaron ciegos
No pude ver, no pude sentir
Qué grande era tu ego
Caí y me hiciste reír
Porque mi rostro está
Paralizado por tu veneno
Tan falso como un cuadro
Pintado por alguien que sufrió tanto
Y pintó sonrisas como las que me diste
Delicada como una rosa, tu perfume me embriaga
Pero al tocarte, tus pétalas caen al suelo
Entonces solo quedan espinas que rasgan mi rostro
Y esa sonrisa es tuya
Solo quiero que sepas que no te llamaré esta noche
Porque mis manos fueron cortadas
Y cosidas en mi espalda
Y mis oídos explotan al escuchar
El maldito sonido de tu voz
Caí y me hiciste reír
Porque mi rostro está
Paralizado por tu veneno
Tan falso como un cuadro
Pintado por alguien que sufrió tanto
Y pintó sonrisas, como las que me diste
Escrita por: Marcus Ferreira