Urias Fonseca Rocha
De pé, América Latina
De pé, proletários dessa terra
Não deixe que os banqueiros nos consome
Somos força bruta em nossa terra
Cortamos o mal pela raiz!
De pé, não subjugaremos aos senhores!
Se nos humilha pela fome
Sejamos todos nossos condutores!
Unidos nos façamos
Uma batalha fraternal
Libertamos nossa América
Do domínio do capital
Senhores, banqueiros e dominadores
Nada esperamos de nenhum!
Sejamos nós os lutadores
A terra mãe livre em comum!
Para não ter protestos em vão
Para sair da submissão
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós nos diz respeito!
Bem unido façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A internacional
O crime de rico a lei o cobre
O Estado esmaga o oprimido
Não há direitos para o pobre
Ao rico tudo é permitido
À opressão não mais sujeitos
Somos iguais todos os seres
Não mais deveres sem direitos
Não mais direitos sem deveres
Bem unidos lutamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
Operários todos iguais
Abomináveis na grandeza
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha!
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu
Querendo que ela o restitua
O povo quer só o que é seu!
Bem unido façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A internacional
Nós fomos de fumo embriagados
Paz entre nós, guerra aos senhores
Façamos greve de soldados
Somos irmãos, trabalhadores
Se a raça vil, cheia de galas
Nos quer à força canibais
Logo verás que as nossas balas
São para os nossos generais
Bem unidos lutamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
Operários todos iguais
Pois somos do povo ativos
Trabalhador forte e fecundo
Pertence à terra aos produtivos
Ó parasitas deixai o mundo
Ó parasitas que te nutres
Do nosso sangue a gotejar
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o Sol de fulgurar
Bem unidos lutamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
Operários todos iguais
Urias Fonseca Rocha
De pie, América Latina
De pie, proletarios de esta tierra
No permitamos que los banqueros nos consuman
Somos fuerza bruta en nuestra tierra
¡Cortamos el mal de raíz!
De pie, ¡no nos someteremos a los señores!
Si nos humillan con el hambre
¡Seamos todos nuestros conductores!
Unidos hagamos
Una batalla fraternal
Liberemos nuestra América
Del dominio del capital
Señores, banqueros y dominadores
¡Nada esperamos de ninguno!
Seamos nosotros los luchadores
¡La tierra madre libre en común!
Para no tener protestas en vano
Para salir de la sumisión
Hagamos nosotros por nuestras manos
Todo lo que nos concierne a nosotros!
Bien unidos hagamos
En esta lucha final
Una tierra sin amos
La internacional
El crimen del rico la ley lo cubre
El Estado aplasta al oprimido
No hay derechos para el pobre
Al rico todo se le permite
No más sujetos a la opresión
Todos los seres somos iguales
No más deberes sin derechos
No más derechos sin deberes
Bien unidos luchamos
En esta lucha final
Una tierra sin amos
Trabajadores todos iguales
Abominables en la grandeza
Los reyes de la mina y de la fragua
Edificaron la riqueza
Sobre el sudor de quien trabaja
Todo el producto de quien suda
La chusma rica lo recogió
Queriendo que ella lo restituya
¡El pueblo solo quiere lo que es suyo!
Bien unidos hagamos
En esta lucha final
Una tierra sin amos
La internacional
Fuimos embriagados de humo
Paz entre nosotros, guerra a los señores
Hagamos huelga de soldados
Somos hermanos, trabajadores
Si la raza vil, llena de galas
Nos quiere a la fuerza caníbales
Pronto verás que nuestras balas
Son para nuestros generales
Bien unidos luchamos
En esta lucha final
Una tierra sin amos
Trabajadores todos iguales
Pues somos del pueblo activos
Trabajador fuerte y fecundo
La tierra pertenece a los productivos
¡Oh parásitos, dejad el mundo!
¡Oh parásitos que te nutres
De nuestra sangre goteando
Si nos faltan los buitres
No dejará el Sol de brillar
Bien unidos luchamos
En esta lucha final
Una tierra sin amos
Trabajadores todos iguales