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Yo soy

Vagner Costa Rodrigues

Eu sou

Os meus olhos são como chamas de fogo
E os meus pés como latão reluzentes
Tenho o domínio de tudo em minhas mãos
Eu faço tudo sem precisar dá explicação

Ainda que não houvesse dia eu sou
E quem pode escapar das minhas mãos
Operando eu quem impedirá?

Moro no céu caminho no mar
Passeio na fornalha sem me queimar
Eu abro o mar ao meio pra meu povo atravessar
Agito a tempestade acalmo a tempestade
Eu dou eu tomo eu mato
Eu faco reviver é meu todo poder

Eu abato o exaltado, exalto o humilhado
Pequeno faço grande, do forte faço fraco
Quem pode impedir o meu agir?
Se descer no mais profundo la eu estarei
Se subir no mais alto também lá
Eu estarei meus olhos estão atentos a todo lugar

Pra onde você irar? Não tem como escapar
Da minha face não tem como se esconder
Pra onde vai fugir? Não tens para onde ir da minha face
Não tem como se esconder

Se tudo eu vejo se tudo eu sondo tudo eu conheço
Eu sei da intenção do teu coração

Ainda que não houvesse dia eu sou
E quem pode escapar das minhas mãos?
Operando eu quem impedirá?

Eu moro no céu mais caminho no mar
Passeio na fornalha sem me queimar
Eu abro o mar ao meio pra meu povo atravessar
Agito a tempestade, acalmo a tempestade

Eu dou, eu tomo, eu mato
Eu faço reviver é meu todo poder
Eu abato o exaltado, exalto o humilhado
Pequeno faço grande, do forte faço fraco
E quem pode impedir o meu agir?

Se descer no mais profundo la eu estarei
Se subir no mais alto também lá
Eu estarei meus olhos estão atentos a todo lugar
Onisciente onipresente onipotente
Eu sou inexplicável, inabalável, incomparável
Eu sou o que sou

Yo soy

Mis ojos son como llamas de fuego
Y mis pies como bronce reluciente
Tengo el dominio de todo en mis manos
Hago todo sin necesidad de dar explicaciones

Aunque no hubiera día, yo soy
¿Y quién puede escapar de mis manos?
¿Quién me detendrá al actuar?

Vivo en el cielo, camino en el mar
Paseo en la fragua sin quemarme
Abro el mar en dos para que mi pueblo cruce
Agito la tormenta, calmo la tormenta
Doy, quito, mato
Hago revivir, es todo mi poder

Derribo al soberbio, exalto al humilde
De pequeño hago grande, de fuerte hago débil
¿Quién puede detener mi actuar?
Si desciendo al lugar más profundo, allí estaré
Si subo al lugar más alto, también estaré
Mis ojos están atentos en todo lugar

¿A dónde irás? No hay escapatoria
De mi presencia no puedes esconderte
¿A dónde huirás? No tienes a dónde ir lejos de mi presencia
No puedes esconderte

Si todo lo veo, todo lo escudriño, todo lo conozco
Conozco las intenciones de tu corazón

Aunque no hubiera día, yo soy
¿Y quién puede escapar de mis manos?
¿Quién me detendrá al actuar?

Vivo en el cielo pero camino en el mar
Paseo en la fragua sin quemarme
Abro el mar en dos para que mi pueblo cruce
Agito la tormenta, calmo la tormenta

Doy, quito, mato
Hago revivir, es todo mi poder
Derribo al soberbio, exalto al humilde
De pequeño hago grande, de fuerte hago débil
¿Y quién puede detener mi actuar?

Si desciendo al lugar más profundo, allí estaré
Si subo al lugar más alto, también estaré
Mis ojos están atentos en todo lugar
Omnisciente, omnipresente, omnipotente
Soy inexplicable, inquebrantable, incomparable
Yo soy el que soy

Escrita por: Vagner Costa Rodrigues