Flor De Aquidauana
Reverei Aquidauana minha querência adorada
A saudade me apressa eu partirei nessa madrugada
A minha morena linda uma carta me escreveu
Contando que na distancia de saudade quase morreu
Nos campos de Aquidauana uma flor quero apanhar
E nesta flor tão singela minha vida lhe entregar
Naquela mão cor-de-rosa a aliança eu deixarei
E o prazo do casamento com seus pais combinarei
Flor matogrosense de Aquiadauna quero ver-te ainda esta semana
Para curar esta dor tirana que trago desde que a conheci
Flor de Aquidauana dos meus desejos há tanto tempo que não te vejo
Quero afogar-te num longo beijo e jurar que nunca te esqueci
Confesso que não vejo a hora de abraçar meus companheiros
Não esqueço as serenatas e os bailes do terreiro
O passeio nas campinas admirando a beleza
E as flores que são plantadas pelas mãos da natureza
Só peço que transforme meu sonho em realidade
E construir o meu rancho no seio desta cidade
Eu não sou matogrossense, mas minha’lma se irmana
Da grande hospitalidade do povo de Aquidauana
Flor De Aquidauana
Recordaré Aquidauana, mi tierra querida
La nostalgia me apremia, partiré en esta madrugada
Mi morena hermosa me escribió una carta
Contándome que la distancia casi la mata de añoranza
En los campos de Aquidauana quiero recoger una flor
Y en esta flor tan sencilla entregarle mi vida
En esa mano color de rosa dejaré el anillo
Y acordaré la fecha de la boda con sus padres
Flor matogrosense de Aquidauana, quiero verte esta semana
Para sanar este dolor tirano que llevo desde que te conocí
Flor de Aquidauana, de mis deseos, hace tanto que no te veo
Quiero ahogarte en un largo beso y jurar que nunca te olvidé
Confieso que no veo la hora de abrazar a mis compañeros
No olvido las serenatas y los bailes del patio
Los paseos por los campos admirando la belleza
Y las flores que son plantadas por las manos de la naturaleza
Solo pido que conviertas mi sueño en realidad
Y construir mi rancho en el seno de esta ciudad
No soy matogrossense, pero mi alma se hermana
Con la gran hospitalidad del pueblo de Aquidauana
Escrita por: Francisco Do Carmo / Manoleito Nunes