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Polvo de Estrellas

Validuaté

Poeira de Estrelas

Já não vivo nessa pressa, nessa ânsia
Já não tenho essa fome, essa ganância
Percebi depressa o que tem relevância
Não quero promessa, quero substância

Nessa ignorância aprendi ao menos
Que somos pequenos e sem importância
Poeira de estrelas, à beira de extremos
Viemos do pó e ao pó voltaremos

Hoje eu já não junto nada em abundância
Aprendi que muito é mera circunstância
Nenhuma arrogância cega me insulta
Trouxe minha infância para a vida adulta

Nessa ignorância aprendi ao menos
Que somos pequenos e sem importância
Poeira de estrelas, à beira de extremos
Viemos do pó e ao pó voltaremos

Polvo de Estrellas

Ya no vivo en esa prisa, en esa ansia
Ya no tengo ese hambre, esa codicia
Rápidamente me di cuenta de lo que es relevante
No quiero promesas, quiero sustancia

En esta ignorancia aprendí al menos
Que somos pequeños y sin importancia
Polvo de estrellas, al borde de los extremos
Venimos del polvo y al polvo regresaremos

Hoy ya no acumulo nada en abundancia
Aprendí que mucho es solo circunstancial
Ninguna arrogancia ciega me insulta
Traje mi infancia a la vida adulta

En esta ignorancia aprendí al menos
Que somos pequeños y sin importancia
Polvo de estrellas, al borde de los extremos
Venimos del polvo y al polvo regresaremos

Escrita por: Glauco Luz