395px

Cuarto 58

Vallencia

Quarto 58

Eu não vou mais me levantar, para te dizer adeus
Feridas sujas, com pólvora, corroem o meu peito
Se as lágrimas caíram, tão lentamente em nossa despedida
Será porque, seu peso, não fui suficiente

Olhando pra esse teto não familiar
Que me faz lembrar
Que o futuro é vil
E que faz fingir
Que já é o fim de abril

Boas lembranças em algum lugar do tempo
Vagas memórias que interpretam meu silencio
As gotas deste soro não cessam
A porta ao lado, não se abre
A luz que me cega, não se apaga

Água nas mãos para tirar
O sangue que escorreu
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos, não mais
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos.
...

Depois de cair, vejo tubos e agulhas entrando em mim
Só que sei que não posso tira-los...
Eles me fazem contar os meus dias de vida
Me fazem somar os minutos que estive longe de você
E as horas, os dias, que existi ao seu lado
Tempos incertos em que me afundam em aversão
Sob frases típicas de uma temática ultrapassada
Mas algo me faz crer que o amor ainda é maior
Seja lá onde estiver o amor ainda é maior.

Água nas mãos para tirar
O sangue que escorreu
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos, não mais
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos.
...

Cuarto 58

No me levantaré más, para decirte adiós
Heridas sucias, con pólvora, corroen mi pecho
Si las lágrimas cayeron, tan lentamente en nuestra despedida
Será porque, su peso, no fue suficiente

Mirando este techo no familiar
Que me hace recordar
Que el futuro es vil
Y que hace fingir
Que ya es finales de abril

Buenos recuerdos en algún lugar del tiempo
Vagas memorias que interpretan mi silencio
Las gotas de este suero no cesan
La puerta al lado, no se abre
La luz que me ciega, no se apaga

Agua en las manos para quitar
La sangre que ha corrido
Congelar tu mirada, porque ya no volverá
Distancia entre las manos, ya no más
Congelar tu mirada, porque ya no volverá
Distancia entre las manos.
...

Después de caer, veo tubos y agujas entrando en mí
Solo que sé que no puedo quitarlos...
Me hacen contar mis días de vida
Me hacen sumar los minutos que estuve lejos de ti
Y las horas, los días, que existí a tu lado
Tiempos inciertos en los que me hunden en aversión
Bajo frases típicas de una temática pasada de moda
Pero algo me hace creer que el amor aún es más grande
Donde sea que esté, el amor aún es más grande.

Agua en las manos para quitar
La sangre que ha corrido
Congelar tu mirada, porque ya no volverá
Distancia entre las manos, ya no más
Congelar tu mirada, porque ya no volverá
Distancia entre las manos.
...

Escrita por: