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Aguja de la Vida

Vandeirante, Zé Batista e Darlon

Ponteiro da Vida

Eu canto o destino da vida que levo
Sou igual um carro que vai na corrida
O ponteiro marca a velocidade
Assim os anos marcam minha vida

Conforme a minha distante jornada
Assim eu comparo com a minha sina
Somente o ponteiro da minha existência
Que vai me dizer quando a viagem termina

A vida é uma estrada que não tem retorno
Somente o rastro que fica pra trás
Vai se apagando na poeira da estrada
Minha mocidade que não volta mais

Assim como as águas que vão para o mar
Transformam em chuva e voltam de novo
Me permita Deus que eu torne a voltar
Para cantar pro meu querido povo

Se um dia eu estiver esta felicidade
Cantando meus versos morrerei feliz
Pois minhas canções ficarão por lembrança
Recordando um pouco de tudo que fiz

A vida é uma estrada que não tem retorno
Somente o rastro que fica pra trás
Vai se apagando na poeira da estrada
Minha mocidade que não volta mais

Aguja de la Vida

Yo canto el destino de la vida que llevo
Soy como un auto que va en la carrera
La aguja marca la velocidad
Así los años marcan mi vida

A medida que avanzo en mi jornada distante
Así comparo mi destino
Solo la aguja de mi existencia
Que me dirá cuando el viaje termine

La vida es un camino sin retorno
Solo la huella que queda atrás
Se va desvaneciendo en el polvo del camino
Mi juventud que no vuelve más

Así como las aguas que van hacia el mar
Se transforman en lluvia y regresan de nuevo
Permíteme Dios que vuelva de nuevo
Para cantarle a mi querido pueblo

Si algún día tengo esta felicidad
Cantando mis versos moriré feliz
Pues mis canciones quedarán como recuerdo
Recordando un poco de todo lo que hice

La vida es un camino sin retorno
Solo la huella que queda atrás
Se va desvaneciendo en el polvo del camino
Mi juventud que no vuelve más

Escrita por: LUIZ DE CASTRO / Messias Custódio da Silva