Senhoras do Amazonas
Rio, vim saber de ti
E vi
Vi teu tropical sem fim
Quadrou de ser um mar
Longe Anhangá
Tantas cunhãs e eu curumim
O uirapuru
(Oh lua azul)
Cantou pra mim
Rio, vim saber de ti
Meu mar
Negro maracá-jari
Pará, Paris jardim
Muiraquitãs
Tantas manhãs - nós no capim
Jurupari
(Oh Deus daqui)
Jurou assim:
- Por que fugir se enfim me queres?
Só me feriu como me feres
A mais civilizada
Senhoras do Amazonas que sois
Donas dos homens e das setas
Por que já não amais vossos poetas?
Damas del Amazonas
Río, vine a saber de ti
Y vi
Vi tu tropical sin fin
Parecías ser un mar
Lejos Anhangá
Tantas mujeres y yo, niño
El uirapuru
(Oh luna azul)
Cantó para mí
Río, vine a saber de ti
Mi mar
Negro maracá-jari
Pará, París jardín
Muiraquitãs
Tantas mañanas - nosotros en el pasto
Jurupari
(Oh Dios de aquí)
Juró así:
- ¿Por qué huir si al final me quieres?
Solo me heriste como me hieres
La más civilizada
Damas del Amazonas que sois
Dueñas de los hombres y las flechas
¿Por qué ya no amáis a vuestros poetas?