Noite
De dizer: a boca a salivar
De sentir: pálpebra e olhar
Pele pelo céu - boca a estrelar
Sangue, doce véu - veia a pulsar
Pra lamber: dentes, jugular
Pra quebrar: cheiro, avançar
Pele pelo céu - boca a estrelar
Sangue doce véu - veia a pulsar
A noite, paz
No frio jaz
Em sortes já banais
O dia traz
Escuro a mais
Em sonos abissais
Toda a luz vai esconder
O que há de morto em você
Toda a luz vai mostrar que já não é nada
E quando a noite entender
O que há de errado em você é
Quando a noite vai mostrar que já não é nada
Noche
De decir: la boca salivando
De sentir: párpado y mirada
Piel por el cielo - boca estrellando
Sangre, dulce velo - vena pulsando
Para lamer: dientes, yugular
Para romper: olor, avanzar
Piel por el cielo - boca estrellando
Sangre dulce velo - vena pulsando
La noche, paz
En el frío yace
En suertes ya banales
El día trae
Más oscuridad
En sueños abismales
Toda la luz se esconderá
Lo que hay de muerto en ti
Toda la luz mostrará que ya no es nada
Y cuando la noche entienda
Lo que hay de mal en ti
Cuando la noche mostrará que ya no es nada
Escrita por: Thiago Correa