Asilo
Perdido em labirinto onde a morada é o desespero
Me afogo na ilusão onde o real é um pesadelo
Impossível se sentir só fico indeciso
Finjo ser são ou nessa loucura sã eu me atiro
Isolado em mim mesmo o que vejo me consome
Converso com as paredes e as tintas que respondem
Visto como um fardo ninguém me entende
Mais fácil me isolarem e rotularem um demente
Amordaçado etiquetado submetido a tortura
Querem explorar o inexplorado a procura da cura
É incurável incansável mais a persistência
Me leva a regressão e também a decadência
No meu cranio mais de mil volts me leva além
Apagar o que sou não me torna um outro alguém
Não sou um psicótico talvez eu vire
Psicopatia psicótica não delire
Somos todos programados e manipulados
Compare um louco são com os loucos fabricados
Me arranque os braços e também as pernas
Só preciso da minha mente e construo um mundo novo com ela
Encarar como falho o que nem a ciência explica
Isto sim é deficiência regressão psíquica
O que vejo ninguém vê
O que escuto ninguém escuta
Me torno uma prisão e a direção é a culpa
Janelas fechadas meu corpo minha mente
As coisas nunca são o que queremos pra gente
Todos se vão tudo se vai
Aqui ninguém vem daqui ninguém sai
Jogaram o castigo
Minha morada desde o inicio
Minha mente o único asilo
Meu ponto de desiquilíbrio
Zona desconhecida cada tentativa
Torno mais rija barreira fortalecida
Reflete como um espelho flashes em meus pensamentos
Nesta estrada sem chão o caminho é o próprio bloqueio
Doses de delírio a meta é não delirar
Ninguém sabe onde vive nem imaginam o lugar
Jogados em depósitos
Meu corpo um laboratório
Não posso controlar
Nem imagino a imaginação é o meu lar
A dor já nem importa tristeza em todas as portas
O medo não tem derrota quando se esquece de alimentar
Não fazer o que é igual teu caso não é normal
Logica sem logística teu mundo não movimentar
Hipocrisia disfarçada de medidas
A solução pra quem não serve baseada em mentiras
Distinguir o sofrimento nesta realidade de tormentos
O que se esperar se aqui dentro não passa o tempo
Neste momento é brisa me encontro comigo mesmo
A forma de não sentir o desespero
Tornei meu mundo mais cheio
Porque aqui o infinito é denso
Meu abrigo meu berço meu melhor em pensamento
A expressão não tem alvo fomos atingidos primeiro
Obstáculos que pulam por cima dos conceitos
Aqui só só um fantasma que atravessa dois mundos
Minha mente um asilo sem passado presente ou futuro
Janelas fechadas meu corpo minha mente
As coisas nunca são o que queremos pra gente
Todos se vão tudo se vai
Aqui ninguém vem daqui ninguém sai
Jogaram o castigo
Minha morada desde o inicio
Minha mente o único asilo
Meu ponto de desiquilíbrio
Asilo
Perdido en un laberinto donde el hogar es la desesperación
Me ahogo en la ilusión donde lo real es una pesadilla
Imposible sentirme solo, estoy indeciso
Fingo estar cuerdo o en esta locura cuerda me lanzo
Aislado en mí mismo, lo que veo me consume
Converso con las paredes y las pinturas que responden
Visto como una carga, nadie me entiende
Es más fácil aislarme y etiquetarme como un demente
Amordazado, etiquetado, sometido a tortura
Quieren explorar lo inexplorado en busca de la cura
Es incurable, incansable, pero la persistencia
Me lleva a la regresión y también a la decadencia
En mi cráneo más de mil voltios me llevan más allá
Borrar lo que soy no me convierte en alguien más
No soy un psicótico, tal vez me convierta
Psicopatía psicótica, no delires
Todos estamos programados y manipulados
Compara a un loco cuerdo con los locos fabricados
Arráncame los brazos y también las piernas
Solo necesito mi mente y construyo un mundo nuevo con ella
Enfrentar como fallo lo que ni la ciencia explica
Esto sí es deficiencia, regresión psíquica
Lo que veo nadie ve
Lo que escucho nadie escucha
Me convierto en una prisión y la dirección es la culpa
Ventanas cerradas, mi cuerpo, mi mente
Las cosas nunca son como queremos para nosotros
Todos se van, todo se va
Aquí nadie viene, de aquí nadie sale
Me han castigado
Mi hogar desde el principio
Mi mente, el único asilo
Mi punto de desequilibrio
Zona desconocida, cada intento
Hace más fuerte la barrera fortalecida
Refleja como un espejo destellos en mis pensamientos
En este camino sin suelo, el camino es el propio bloqueo
Dosis de delirio, la meta es no delirar
Nadie sabe dónde vive, ni imaginan el lugar
Arrojados en depósitos
Mi cuerpo, un laboratorio
No puedo controlar
Ni siquiera imagino, la imaginación es mi hogar
El dolor ya no importa, tristeza en todas las puertas
El miedo no tiene derrota cuando se olvida de alimentar
No hacer lo que es igual, tu caso no es normal
Lógica sin logística, tu mundo no se mueve
Hipocresía disfrazada de medidas
La solución para quien no sirve basada en mentiras
Distinguir el sufrimiento en esta realidad de tormentos
¿Qué esperar si aquí dentro el tiempo no pasa?
En este momento es brisa, me encuentro conmigo mismo
La forma de no sentir la desesperación
He hecho mi mundo más pleno
Porque aquí lo infinito es denso
Mi refugio, mi cuna, mi mejor pensamiento
La expresión no tiene objetivo, fuimos alcanzados primero
Obstáculos que saltan por encima de los conceptos
Aquí solo un fantasma que atraviesa dos mundos
Mi mente, un asilo sin pasado, presente o futuro
Ventanas cerradas, mi cuerpo, mi mente
Las cosas nunca son como queremos para nosotros
Todos se van, todo se va
Aquí nadie viene, de aquí nadie sale
Me han castigado
Mi hogar desde el principio
Mi mente, el único asilo
Mi punto de desequilibrio