395px

Gargalo de Ampulheta

Veia Sônica

Gargalo de Ampulheta

Não sobrou grão sobre grão do meu castelo de areia
Abriu-se o chão em um gargalo de ampulheta
Sugou o tempo e o espaço em um só momento
Nada parece maior que o silêncio preenchendo o vazio
Não há palavras que possam ser ditas e façam sentido
Nada parece maior que o silêncio preenchendo o vazio
Resta ao tempo que acabara e agora persiste
Saber que nada é maior que o que eu sinto que resiste a tudo
Não há palavras, não há silêncio, não há vazio
Nada é maior que o que eu sinto que resiste a tudo e sobrevive
Não há palavras, não há silêncio, não há vazio
Nada é maior que o que eu sinto que resiste a tudo e sobrevive
À dor

Gargalo de Ampulheta

No quedó grano sobre grano de mi castillo de arena
El suelo se abrió en un cuello de botella de reloj de arena
Absorbió el tiempo y el espacio en un solo momento
Nada parece más grande que el silencio llenando el vacío
No hay palabras que puedan ser dichas y tengan sentido
Nada parece más grande que el silencio llenando el vacío
Queda el tiempo que había terminado y ahora persiste
Saber que nada es más grande que lo que siento que resiste a todo
No hay palabras, no hay silencio, no hay vacío
Nada es más grande que lo que siento que resiste a todo y sobrevive
No hay palabras, no hay silencio, no hay vacío
Nada es más grande que lo que siento que resiste a todo y sobrevive
Al dolor

Escrita por: George Macêdo