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Me abandonaste

Velha Guarda da Portela

Você me Abandonou

Você me abandonou, ô, eu não vou chorar
Mas hei de me vingar
Não vou te ferir, eu não vou te envenenar
O castigo que eu vou te dar é o desprezo
Eu te mato devagar
O castigo que eu vou te dar é o desprezo
Eu te mato devagar

Você me abandonou
Você me abandonou, ô, eu não vou chorar
Mas hei de me vingar
Não vou te ferir, eu não vou te envenenar
O castigo que eu vou te dar é o desprezo
Eu te mato devagar

O desprezo é uma arma perigosa
É pior do que uma seta venenosa
O desprezo para quem sabe sentir
Muitas vezes faz chorar, outras vezes faz sorrir

E você me abandonou
Você me abandonou, ô, eu não vou chorar
Mas hei de me vingar
Não vou te ferir, eu não vou te envenenar
O castigo que eu vou te dar é o desprezo
Eu te mato devagar

O desprezo é uma arma perigosa
É pior do que uma seta venenosa
O desprezo para quem sabe sentir
Muitas vezes faz chorar, outras vezes faz sorrir

Você me abandonou
Você me abandonou, ô, eu não vou chorar
Mas hei de me vingar
Não vou te ferir, eu não vou te envenenar
O castigo que eu vou te dar é o desprezo
Eu te mato devagar

O castigo que eu vou te dar é o desprezo
Eu te mato devagar
O castigo que eu vou te dar é o desprezo
Eu te mato devagar

Me abandonaste

Me abandonaste, oh, no lloraré
Pero tengo que vengarme
No te haré daño, no te envenenaré
El castigo que te daré es el desprecio
te mato lentamente
El castigo que te daré es el desprecio
te mato lentamente

me abandonaste
Me abandonaste, oh, no lloraré
Pero tengo que vengarme
No te haré daño, no te envenenaré
El castigo que te daré es el desprecio
te mato lentamente

El desprecio es un arma peligrosa
Es peor que una flecha envenenada
Desprecio por quien sabe sentir
A veces te hace llorar, otras veces te hace sonreír

Y me abandonaste
Me abandonaste, oh, no lloraré
Pero tengo que vengarme
No te haré daño, no te envenenaré
El castigo que te daré es el desprecio
te mato lentamente

El desprecio es un arma peligrosa
Es peor que una flecha envenenada
Desprecio por quien sabe sentir
A veces te hace llorar, otras veces te hace sonreír

me abandonaste
Me abandonaste, oh, no lloraré
Pero tengo que vengarme
No te haré daño, no te envenenaré
El castigo que te daré es el desprecio
te mato lentamente

El castigo que te daré es el desprecio
te mato lentamente
El castigo que te daré es el desprecio
te mato lentamente

Escrita por: Alberto Lonato