Você Não é Tal Mulher / Para o Bem do Nosso Bem
Como que é, compadre Casquinha
Vamos lembrar da Nossa Velha Guarda da Portela?
Vamos sim, Monarco, vamos lembrar da nossa história
Uma longa história
É, cantando aquele pagode gostoso do Alcides
Você não é a tal mulher
Você não é não, ah meu bem
A dona do meu coração
Vou vivendo com você
Vou vivendo com você por viver
E assim eu vou andando até ver
Eu vou vivendo
Vou vivendo com você por viver
E assim eu vou andando até ver
Você não é
Você não é não, ah meu bem
A dona do meu coração
Eu vou vivendo
Vou vivendo com você por viver
E assim eu vou andando até ver
Vou vivendo com você por viver
E assim eu vou andando até ver
Agora vamos lembrar de um professor
O nosso cantor Alvaiade
Mestre Alvaiade
Então você puxa aquele samba dele
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Vou-me embora em silêncio
Chega de me aborrecer
Quando o gênio não combina
Na vida não há prazer
Mas o teu segredo
Não vou contar a ninguém
Teu amor me meteu medo
E pior arranjar outro alguém
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Não fique triste
Isso é normal
Quantos casais separados
Isso é muito natural
Vou-me embora vou-me embora
Por este mundo sem fim
Nosso gênio não combina
Não posso viver assim
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
(Rapaziada, era assim que nos domingos de manhã
La na Porteliha a gente fazia aquele pagode
Uma garrafinha de cana, garrafa de cerva
Algumas garrafas de caca, cabrito frito
E a gente tomando tomando cana e cantando esse pagode
Cantinho, que saudade, que saudade!)
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
Eu não direi o que se passou entre nós
Eu não direi para o bem do nosso bem
Eu não direi o que se passou entre nós a ninguém
No Eres Esa Mujer / Por el Bien de Nuestro Bien
¿Cómo ves, compadre Casquinha?
¿Vamos a recordar a nuestra Vieja Guardia de Portela?
Claro que sí, Monarco, vamos a recordar nuestra historia
Una larga historia
Sí, cantando ese pagode sabroso de Alcides
No eres esa mujer
No lo eres, ah, mi amor
La dueña de mi corazón
Voy viviendo contigo
Voy viviendo contigo por vivir
Y así voy caminando hasta ver
Voy viviendo
Voy viviendo contigo por vivir
Y así voy caminando hasta ver
No eres
No lo eres, ah, mi amor
La dueña de mi corazón
Voy viviendo
Voy viviendo contigo por vivir
Y así voy caminando hasta ver
Voy viviendo contigo por vivir
Y así voy caminando hasta ver
Ahora vamos a recordar a un profesor
Nuestro cantante Alvaiade
Maestro Alvaiade
Entonces tú inicias ese samba de él
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
Me voy en silencio
Ya basta de molestarme
Cuando el carácter no combina
En la vida no hay placer
Pero tu secreto
No se lo contaré a nadie
Tu amor me dio miedo
Y peor, encontrar a alguien más
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No te pongas triste
Eso es normal
Cuántas parejas separadas
Eso es muy natural
Me voy, me voy
Por este mundo sin fin
Nuestro carácter no combina
No puedo vivir así
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
(Chicos, así era los domingos por la mañana
Allí en Porteliha hacíamos ese pagode
Una botellita de caña, botella de cerveza
Algunas botellas de cachaça, cabrito frito
Y nosotros tomando caña y cantando este pagode
¡Qué rincón, qué nostalgia, qué nostalgia!)
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
No diré lo que pasó entre nosotros
No diré por el bien de nuestro bien
No diré lo que pasó entre nosotros a nadie
Escrita por: Alcides Dias Lopes / Alvaiade