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Yo Bebo Para Olvidar

Velhas Virgens

Eu Bebo Para Esquecer

Vítima de uma traição covarde
Dentro do meu peito a saudade arde
Na testa os chifres não me deixam mentir
Se eu bebo, é para esquecer o nome daquela fulana
Disse que me amava e agora me engana
E hoje assombra as minhas noites sem dormir

Eu bebo para esquecer o que ela me fez
E também o seu rosto
Eu bebo tudo para esquecer o desgosto
Eu bebo mesmo, eu sou o pior corno do Brasil

Eu bebo, eu viro tudo guela abaixo
Eu bebo pra ver se faço um despacho
E mando essa vaca pra puta que pariu

Então me diga qual é o nome dela
É Regina não
É Maralina não
É Severina
Eu já bebi tanto que me confundi

Então me diga qual é o nome dela
É Telma não
Então é Selma não
Será Joelma
Eu já bebi tanto que me esqueci

Na mesa do bar onde bebo eu sou humilhado
Me chamam de corno manso e de viado
Dizem que eu não mereço viver
Um homem quando leva chifre e não dá porrada
Não merece respeito, não merece nada
Acho que só me resta beber até morrer

Me dói demais o coração e eu tomo conhaque
vodka, saquê, fernet, araque
Peço ajuda aos céus
Mas Deus já nao me escuta

Eu preciso tirar o nome dela do meu pensamento
Eu preciso acabar com esse sentimento
Eu preciso esquecer aquela filha da puta

Então me diga qual é o nome dela
É Luciana não
É Mariana não
É Adriana
Eu já bebi tanto que me confundi

Então me diga qual é o nome dela
É Elisabete não
Maria Odete não
Será Claudete
Eu já bebi tanto que me esqueci

E quer saber, um chifrezinho não mata ninguém
É só passar uma lima
E tudo fica bem
E se for comparar os chifres dela com os meus
Ela tem muito mais pra beber do que eu
Eu só tenho dois ela tem mais de cem
E fui eu que pus

Yo Bebo Para Olvidar

Víctima de una traición cobarde
Dentro de mi pecho arde la nostalgia
En la frente los cuernos no me dejan mentir
Si bebo, es para olvidar el nombre de esa fulana
Dijo que me amaba y ahora me engaña
Y hoy atormenta mis noches sin dormir

Yo bebo para olvidar lo que ella me hizo
Y también su rostro
Bebo todo para olvidar la aflicción
Yo bebo de verdad, soy el peor cornudo de Brasil

Yo bebo, me lo trago todo de un sorbo
Bebo para ver si hago un conjuro
Y mando a esa vaca a la mierda

Entonces dime cuál es su nombre
¿Es Regina? no
¿Es Maralina? no
¿Es Severina?
Ya he bebido tanto que me confundí

Entonces dime cuál es su nombre
¿Es Telma? no
¿Entonces Selma? no
¿Será Joelma?
Ya he bebido tanto que me olvidé

En la mesa del bar donde bebo soy humillado
Me llaman cornudo sumiso y maricón
Dicen que no merezco vivir
Un hombre que recibe cuernos y no golpea
No merece respeto, no merece nada
Creo que solo me queda beber hasta morir

Me duele demasiado el corazón y tomo coñac
vodka, sake, fernet, arak
Pido ayuda a los cielos
Pero Dios ya no me escucha

Necesito sacar su nombre de mis pensamientos
Necesito acabar con este sentimiento
Necesito olvidar a esa hija de puta

Entonces dime cuál es su nombre
¿Es Luciana? no
¿Es Mariana? no
¿Es Adriana?
Ya he bebido tanto que me confundí

Entonces dime cuál es su nombre
¿Es Elisabete? no
¿Maria Odete? no
¿Será Claudete?
Ya he bebido tanto que me olvidé

Y sabes qué, un cuernito no mata a nadie
Solo hay que limarlo
Y todo estará bien
Y si comparamos sus cuernos con los míos
Ella tiene mucho más para beber que yo
Yo solo tengo dos, ella tiene más de cien
Y fui yo quien los puso

Escrita por: Paulão